Atualizado em: 24 agosto 2010

SSD – Definição de SSD

Com o avanço tecnológico, cada vez mais precisamos de mais espaço para armazenar os arquivos nossos de cada dia. Em cada desktop, notebook ou netbook são milhões de fotos, milhares de músicas e muitos vídeos. Sem contar nos infinitos documentos de word, excel e powerpoint que salvamos em nossas máquinas todos os dias.

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Para saciar a nossa gana por downloads – muitas vezes desnecessário, é verdade, criaram pendrives, cartões de memória e outros. Todavia, isso não está sendo suficiente. Pode-se dizer que a grande culpada é a internet banda larga.

Um formato em especial tem caído no gosto do público, é o SSD ou “Solid State Disk” (que em português significa Discos de Estado Sólido). Mas você deve estar se perguntando: “O que é um SSD? É um HD?”

De certa forma sim. A diferença é que esse modelo utiliza chips de memória flahs no lugar de discos magnéticos (comum nos hds convencionais). Em suma, eles são projetados para substituírem o HD, uma vez que são conectados através de uma porta SATA ou IDE.

Apesar de possuírem uma taxas de transferência equiparada à de um HD, os SSDs tem um tempo de acesso muito mais baixo, o que acaba melhorando e muito uma quantidade enorme de aplicativos e reduz consideravelmente o tempo de boot.

Algumas das vantagens do SSD:

  • Consomem menos eletricidade
  • São mais resistentes mecanicamente (por não possuírem partes móveis)
  • Completamente silenciosos
  • Trabalha em temperaturas muito superiores a um HD convencional (cerca de 70°)

Devida a essas vantagens, estima-se que a comercialização do produto cresça em até 57% no ano de 2011. Os preços ainda continuam um tanto salgados, mas a tendência é que com o passar do tempo fiquem cada vez mais acessíveis.

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