Atualizado em: 7 janeiro 2011

Lâmpadas incandescentes desaparecem até 2016

As lâmpadas incandescentes comuns finalmente serão retiradas do mercado, mas aos poucos até o ano de 2016. Uma portaria interministerial de Minas e Energia, Ciência e Tecnologia e Indústria e Comércio regulamentando a retirada foi publicada no Diário Oficial da União. A finalidade é que elas sejam substituídas por versões mais econômicas.

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Eu também não sabia o que era “portaria interministerial” então pesquisei e descobri que ela é elaborada, assinada e publicada por dois ou mais ministérios, sobre assuntos que de interesse comum.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, a medida é fruto de um longo processo de negociação com setores da sociedade, por meio de consulta pública via internet e de audiência pública.

Técnicos do ministério estimam que a medida, publicada ontem (6), aliada a outra portaria que trata do Programa de Metas das Lâmpadas Fluorescentes Compactas, trará ao país uma economia escalonada até 2030 de cerca de 10 terawatts-hora (TWh/ano). Equivale a mais do que o dobro conseguido com o Selo Procel, utilizado atualmente.

Conforme detalhado na portaria, fazem parte da regulamentação as lâmpadas incandescentes de uso geral. Ficam de fora as lâmpadas com potência igual ou inferior a 40 Watts; incandescentes específicas para estufas, equipamentos hospitalares e outros; incandescentes refletoras/defletoras ou espelhadas, entre outras.

Enquanto isso vamos economizar, se não pelo meio ambiente, então que seja pelo nosso bolso.

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