Atualizado em: 28 janeiro 2012

Encontrados fósseis coletados por Charles Darwin

As amostras foram localizados por Howard Falcon-Lang, um paleontólogo inglês que descobriu os fósseis por acaso.
Um dos fósseis encontrados no lado esquerdo e Charles Darwin no lado direito

Um dos fósseis encontrados no lado esquerdo e Charles Darwin no lado direito

Um tesouro científico foi descoberto escondido em um armário da instituição científica British Geological Survey. Esta é uma coleção de fósseis coletados pelo naturalista inglês Charles Darwin no século XIX, e tinha sido dada como desaparecida.

As amostras foram localizados por Howard Falcon-Lang, um paleontólogo inglês que descobriu os fósseis por acaso.

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Os fósseis perdidos

Os fósseis perdidos

São amostras de fósseis de madeira coletados por Darwin, alguns deles durante sua viagem histórica com o navio Beagle em 1834, quando começou a elaborar a teoria da evolução.

As amostras de Darwin se encontravam junto de outras que datam de mais de 160 anos e haviam sido depositados na mesma gaveta de um armário localizado no sótão do Centro de Ciências Geológicas, na aldeia de Keyworth, centro da Inglaterra.

O responsável pelo achado percebeu que nos móveis havia algumas caixas rotuladas como “plantas fósseis não registradas”.

“Lá dentro estavam centenas de belas amostras de cristal que carregavam fósseis de plantas em folhas transparentes, polidas para serem examinadas por um microscópio”, disse o cientista. Uma das primeiras caixas que encontrou estava identificada com o nome de Darwin.

A primeira amostra era madeira fóssil  que o famoso naturalista coletou quando o navio Beagle parou na ilha chilena de Chiloé, e foi conduzida de volta para o Reino Unido, onde foi cortada em fatias muito finas para ser estudada.

Perdidos por descuido

Estes fósseis de Darwin se perderam porque um amigo do cientista, o botânico Joseph Hooker, que estava encarregado da classificação durante uma breve estadia na British Geological Survey, em 1846, se esqueceu de fazer o registro destes espécimes na instituição. As peças desta coleção foram movidas várias vezes até que foram esquecidas.

A partir de agora, as amostras serão estudadas. Daqui há algum tempo, caso haja algo relevante a ser informado, isto certamente se dará através de alguma revista científica de renome, como a Science.

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