Atualizado em: 5 fevereiro 2013

Pernas Inquietas – Sindrome SPI

Entenda mais sobre esta sindome que altera as sensibilidade e agitação motora das pernas e pode deixar elas inquietas. Veja os sintomas e como se cuidar.
Você Sabia?
Em um estudo publicado em 2007 mostra as características da doença nas pernas foram observadas em 34% dos pacientes que têm a deficiência de ferro em contraste com 6% dos controlados.
Pernas inquietas 01

A síndrome da pernas inquietas é um excelente exemplo,de sindrome que pode afetar sua vida. (Reprodução)

Todos os dias aprendemos mais sobre o nosso corpo e descobrimos novas patologias associadas ao nosso dia, e que muitas vezes nem desconfiamos que existam. Mais do que virar uma paranoia ou uma caça às bruxas no nosso corpo, essas novas descobertas trazem novas possibilidades e cura e novos horizontes para pessoas que achavam que sua qualidade de vida não poderia melhorar.

Entenda a Síndrome

A síndrome SPI, ou síndrome das pernas inquietas, é um problema que sempre atingiu pessoas de todo o mundo, mas que só recentemente com a divulgação de suas causas e tratamentos é que começou a ser discutida por toda parte. Trata-se de uma doença crônica, e é classificada como uma desordem sensorial. As pessoas que sofrem dessa síndrome acusam experimentar forte dor ou desconforto nas pernas, como queimação ou coceira, e isso os atrapalha muito. A principal reclamação dos que sofrem disso é que têm poucas horas de sono, já que o distúrbio os atinge principalmente na parte da noite. Predominantemente atingindo o sexo feminino, esse problema atinge cerca de 15% da população adulta do país.

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Surgimento

Geralmente a causa mais comum é de ordem genética, mas essa síndrome pode ter duas causas aparentes: a síndrome idiopática é realmente crônica e provavelmente de ordem genética, e uma vez se manifestando cresce e piora com a idade. Já a Síndrome das Pernas Inquietas Secundária é causada por outras doenças, e pode ser eliminada quando a causa principal for erradicada. Essa causa principal pode ser diabetes, insuficiência renal, artrite reumatoide ou Mal de Parkinson, entre outros.

Tratamento

Há um teste que pode ser realizado em clínicas e que fornecem um diagnóstico preciso sobre a doença, e que depois de diagnosticada pode ser tratada. O tratamento visa minimizar os sintomas e melhorar principalmente a qualidade do sono do paciente, através de drogas para esse fim. Mas logicamente, adquirir bons hábitos e realizar exercícios físicos regularmente são essenciais para que esse problema e muitos outros melhorem ou até desapareçam do seu corpo.

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