Atualizado em: 28 janeiro 2013

O primeiro Transplante de Orgãos do Mundo

O Brasil é o segundo país que mais realiza transplantes de órgãos no mundo, perdendo apenas para os Estados Unidos.
Você Sabia?
Que as primeiras experiências de transplante, na antiguidade, visavam principalmente a reparar mutilações. No século VI os cirurgiões hindus já faziam enxertos de tecidos.
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A doação de orgão é muito importante onde pode salvar uma vida

Em dezembro de 1967 o cirurgião sul-africano Christiaan Barnard realizou pela primeira vez uma cirurgia que veio a revolucionar a medicina, o primeiro transplante de coração humano. E o paciente viveu apenas 18 dias morrendo de infecção

.Este coração de uma pessoa morta palpitou pela primeira vez no peito humano de outra pessoa na África do Sul. O primeiro transplante realizado com sucesso no hospital Grote-Schuur, na Cidade do Cabo, foi bem-sucedido. Toda a equipe do professor Christiaan Barnard, então com 44 anos de idade foi condecorada posteriormente.

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Primeiro Transplante de Orgão no Mundo

Louis Waskansky, que tinha apenas 53 anos foi o primeiro homem a receber um coração de um estranho. Este órgão transplantado foi feito em uma cirurgia que duraria 5 horas e era de uma jovem de 25 anos que tinha morrido em um acidente. Apesar disso, o receptor morreu 18 dias depois da cirurgia história em uma consequência de infecção pulmonar. A grande luta dos médicos para combater a rejeição do organismo reduziu consideravelmente as chances de vida por ter debilitado o sistema imunológico do paciente.

Um mês depois de realizar esta operação espetacular, Bernard realizou um segundo transplante de coração, que teve sucesso, onde o dentista Philip Blaiberg viveu um ano e sete meses com o coração novo.O acontecimento foi tão revolucionário embora desde os anos 20 existem relatos de transplantes de rins, córneas e os ossos do sistema auditivo. Ainda dominava naquela época a crença popular de que não se tratava de um órgão como os demais, mas era o lugar do núcleo humano e o centro de personalidade.

Informação

O grande problema desta época era a rejeição, pois um organismo se defende contra qualquer tipo de corpo estranho que lhe é implantado. O perigo da rejeição foi durante muito tempo, podendo ser praticamente o sucesso ou o fracasso de um transplante de coração.

Atualmente a repulsa orgânica já pode ser reduzida, graças ao efeito de medicamentos desenvolvidos especialmente com esta meta. A propósito, este cardiologista como Ernst Reiner de Vivie, da Universidade de Colônia, onde o problema de transplante nunca foi técnico, sempre foi a rejeição.

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