Atualizado em: 20 março 2012

Medicamentos sofrerão aumento no fim de março 2012

Remédios terão um aumento percentual a partir já do fim de março. Governo Federal deu aval para este reajuste. Confira a Matéria.
Você Sabia?
Em 1999, os medicamentos genéricos foram efetivamente introduzidos no Brasil, durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, pelo então ministro da saúde José Serra através da Lei 9.787, de 10 de fevereiro do mesmo ano, autorizando a comercialização de medicamentos.

A partir de 31 de março e terá como referência o preço do fabricante ano passado. (Divulgação)

Em nova resolução publicada no Diário Oficial da União nesta ultima segunda-feira (19), aprovou a novo reajuste nos Medicamentos que sofrerão aumento no fim de março de 2012. A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMed) emitirá um aumento de 5,85% no preço dos remédios vendidos em todo o Brasil.

Não esquecendo que no ano de 2011, os remédios tiveram um aumento de 6,01% e sofre novo reajuste agora com referencias nos preços bases dos fabricantes.

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A Partir de 31 de março

Todas as novas alterações serão já estabelecidas no próximo dia 31 de março, e terá o limite usado por laboratórios e distribuidores de medicamentos para venda no mercado nacional para ser referencia. As próprias fabricantes deverão apresentar ao CMed um relatório exclusivo de comercialização dos medicamentos com os preços que pretender cobrar após a aplicação deste reajuste.

O Aumento será do valor citado no começo da matéria, de 5,85% com base de variação nos últimos meses do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) que foi calculado e divulgado pelo IBGE.

Produtividade na ultima categoria poderá ter uma redução de 0,25% devido a ausencia de repasse. (Divulgação)

Vendas iguais

Com a nova resolução, a categoria de remédios com menor participação de remédios genéricos, aqueles que tenham faturamento abaixo dos 15% deverão reduzir 0.25% do preço, pois não há produtividade nesta classe. Já a categoria dos remédios genéricos com maior participação deve representar 20% ou mais no faturamento, entrando então no reajuste dos 5,5%. Ainda há uma categoria intermediaria que fica no meio termo de 15% à 20% e um reajuste autorizado de 2,8%.

Aqueles que não cumprirem o reajuste, ou cederem o valor estipulado serão sujeito a multas duras. Por isso os consumidores tem que ficar atentos e manter a disposição de entrar em contado com os órgãos de defesa do consumidor no caso de preços abusivos.

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