Atualizado em: 11 agosto 2011

Linfoma Não-Hodgkin: Sintomas e Tratamento

Conheça mais sobre o Linfoma Não-Hodgkin, como ele é causado, quais os sintomas e qual tratamento desse câncer do tecido linfóide.

Nossa saúde é algo extremamente precioso, que nos proporciona viver cada momento de existência. Por isso é muito importante manter a saúde em dia, realizar exames periódicos e verificar sempre se há algo de errado acontecendo no nosso organismo. Normalmente, quando algo não está normal, o nosso organismo se manifesta através dos sinais e de sintomas. A presença de sintomas irá fazer com que o indivíduo procure a ajuda de um médico especialista, para verificar o que está acontecendo através da realização de exames e da coleta da história do paciente.

Câncer

Existem doenças que são extremamente debilitantes, entre elas está o câncer. O câncer é caracterizado pela presença de um nódulo, podendo ser ele benigno ou maligno.  Existem diversos tipos de cânceres, aqueles que atingem determinados órgãos e algumas vezes acabam se espalhando pelo corpo através da corrente sanguínea. Existem também outros tipos, como o linfoma, que é causado no tecido linfóide. Dentro desses, existe o tipo mais comum, o Linfoma Não-Hodgkin.

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O que é o Linfoma Não-Hodgkin?

O Linfoma Não-Hogdkin é um dos mais comuns cânceres que afeta o tecido linfático. Caracteriza-se pela inflamação dos linfonodos e presença de nódulos no tecido linfóide. Normalmente é encontrado por palpação dos próprios portadores, que notam a presença de um gânglio na região do pescoço (mais comum), das axilas ou da virilha.

Causas e Fatores de Risco do Linfoma Não-Hodgkin

A maioria dos linfomas começa em um tipo de glóbulo branco chamado de linfócito B, ou célula B. Para a maioria das pessoas portadoras do linfoma, a causa da patologia é desconhecida, mas uma característica de todos é o sistema imunológico debilitado. A inflamação do gânglio ocorre devido a uma resposta imunológica do organismo frente a algum corpo estranho ou a algo anormal.

Sintomas do Linfoma Não-Hodgkin

  • Suores noturnos
  • Febre e calafrios
  • Coceira grave
  • Linfonodos inchados no pescoço, axilas, virilha ou outras áreas
  • Perda de peso não intencional e perda de apetite

Caso o linfoma atinja linfonodos do peito, o portador também poderá sentir falta de ar e começar a tossir persistentemente.

Tratamento

O tratamento irá depender de uma série de fatores, como a gravidade do linfoma (benigno ou maligno), a localização, a extensão do linfoma, entre outras. Geralmente, quando se encontra um linfoma na forma maligna, o tratamento é realizado a base de medicamentos, juntamente com a radioterapia e a quimioterapia, tratamentos que são comuns em indivíduos com câncer, independente do tipo.

É preciso ter muito cuidado, pois uma vez retirado um linfoma as chances de haver outro linfoma um tempo após são grandes. Por isso é preciso realizar exames periódicos para possíveis detecções e para que haja um tratamento precoce.

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