Atualizado em: 28 setembro 2011

Fabricação de fórmulas infantis é mudada por Anvisa

A Anvisa irá modificar a fabricação das fórmulas infantis em relação a quantidade mínima e máxima de vitaminas e sais minerais, visando um melhor desenvolvimento e crescimento das crianças.
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Anvisa muda fórmulas infantis visando melhor desenvolvimento e crescimento das crianças. (Foto: Shutterstock)

Buscando levar maior conforto para os pais e melhor saúde para os filhos. De acordo com a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), é preciso verificar e modificar a composição de alguns alimentos em pó ou líquidos infantis. Mas calma, não é preciso pensar que as fórmulas anteriores estavam erradas. Saiba mais detalhes no decorrer do artigo.

As fórmulas que devem ser mudadas são aquelas de produtos em pó ou líquido a base de leite de vaca, soja ou de outros animais, produtos que são destinados para crianças. Como uma manutenção normal e de rotina, essas fórmulas serão atualizadas para um melhor aproveitamento dos consumidores.

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Mudando as fórmulas

A principal atualização que irá ser feita é referente à quantidade mínima e máxima de sais minerais e de vitaminas. Essa modificação irá garantir um melhor desenvolvimento e crescimento das crianças que consomem os produtos. Essas atualizações visam auxiliar principalmente na saúde dos bebês cujas mães não podem amamentar, garantindo assim a quantidade necessária de nutrientes que o bebê irá precisar para crescer forte e saudável, pois a amamentação é muito importante.

[share]Outra mudança que será feita é referente aos rótulos dos produtos feitos para crianças que necessitem de nutrientes específicos ou que tenha intolerância a outros. Na embalagem, não se deve mais expor para que doença o produto é indicado, como por exemplo, “produto para crianças com intolerância à lactose”. O correto será indicar quais nutrientes contém e quais não contém no produto, sendo o correto assim: “produto sem lactose”.

As atualizações baseiam-se em referências alimentares internacionais, especialmente no Codex Alimentarius, programa da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação e da Organização Mundial de Saúde (FAO/ONU). Os fabricantes têm 18 meses para se adequar às novas regras.

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