Atualizado em: 11 julho 2011

Difteria - Transmissão, Sintomas e Tratamento

A Difteria antigamente era a causa mais comum de morte entre as crianças. Hoje, a doença está controlada, mas suas bactérias ainda existem. Saiba como se proteger.

Algumas doenças são extremamente comuns, mas muita gente ainda não possui o conhecimento que deveria ter para que haja uma boa prevenção e tratamento adequado após a contaminação. O tratamento as vezes não é fácil, então o conhecimento prévio da doença facilita com relação a sua prevenção, evitando que o indivíduo se torne suscetível a contaminação através de algo. Uma das infecções comum e extremamente perigosa é a Difteria. Saiba sobre essa doença que já levou milhares de pessoas a morte.

O que é?

A Difteria é uma doença causada por uma bactéria chamada Corynebacterium diphtheriae. Antigamente, a difteria era uma das principais causas de morte infantil. Atualmente ela não é tão comum, pois já se criou uma vacina contra a doença.  Mesmo assim, as bactérias que causam a Difteria ainda existem e ainda podem causar surtos de epidemia se não houver vacinação. Dentre os surtos que já ocorreram, o mais importante aconteceu nos últimos 50 anos na Rússia, já acontecendo em outros lugares também.

publicidade:

O contágio pela doença acontece através da eliminação de gotículas contaminadas que são expelidas através da tosse. É transmitido de modo mais direto, sendo difícil a sua contaminação através de objetos ou coisas que foram contaminadas, como roupas, por exemplo. As bactérias costumam se multiplicar na superfície ou perto da mucosa da boca ou da garganta, lugar onde causam inflamação.

Sintomas

Após a exposição à bactéria, a infecção demora cerca de 1 a 4 dias para se manifestar. Uma vez infectado, o indivíduo começa a apresentar sintomas como inflamação de garganta, sentindo dor ao engolir. Outros sintomas associados são: náuseas, vômitos, calafrios, febre e dores de cabeça. Também pode ocorrer inflamação dos gânglios do pescoço.

Após a infecção se instalar, normalmente é criada uma pseudomembrana perto das amígdalas ou em outras regiões da garganta. Essa membrana pode ocluir completamente a passagem do ar, bloqueando a via respiratória, impedindo a criança de respirar, precisando de ajuda urgentemente.

Tratamento

O tratamento é realizado através da hospitalização da criança para cuidados médicos. No hospital, a criança recebe uma antitoxina, um anticorpo que neutraliza a toxina liberada pela difteria. Com cuidados médicos, a criança após isso irá recebendo antibióticos com o intuito de combater a doença.

É preciso que toda criança seja leva a postos de vacinação, para que seja vacinada pelos pais para que possam evitar o contágio da doença.

Você também vai gostar disso:

Conte-nos o que achou da matéria usando o facebook