Atualizado em: 8 junho 2011

Prevenção do Câncer de Mama

Câncer de Mama. Veja como previnir, saiba como funciona a doença e entenda exatamente como ela age nas mulheres.

Há um velho ditado que diz que é mais fácil prevenir do que remediar. No entanto, na prática, parece que poucas pessoas levam esse ditado à sério. Ainda mais em se tratando de prevenção de doenças. Nesse aspecto, diversos fatores pesam: o baixo investimento na área de saúde, apesar de tantos anos de cobrança da CPMF, não foi suficiente para resolver esse problema crônico que resulta em falta de hospitais e postos de saúde e os poucos que existem encontram em condições para lá de precárias.

Assim, resta aqueles que tem condições de pagar um bom plano de saúde, certo? Errado, pois mesmo aqueles que pagam planos de saúde, muitos por um valor abusivo, também se deparam muitas vezes com instalações precárias, claro que em um número menor.

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Outro fator que pesa é a desinformação, ou seja, falta por parte do governo, uma campanha mais ostensiva para alertar a população sobre os riscos que correm, caso não façam alguns exames periódicos. Esse é o caso, por exemplo, do câncer de mama.

A Prevenção do Câncer de Mama

O câncer de mama é tão preocupante que, atualmente no Brasil, há cada 40 mil casos novos, ocorrem, aproximadamente, 4 mil óbitos.

Evidentemente que esses números poderiam ser evitados, caso houvesse diagnóstico logo no início da manifestação da doença. No entanto, quando se fala de trabalho preventivo, entende-se que é possível prever pessoas com potencial de desenvolver a doença, ou seja, existe um perfil de mulheres com propensão de manifestar a doença no futuro.

Perfil definido para Câncer de Mama

Atualmente se sabe que o câncer de mama incide mais em mulheres com mais de 40 anos, principalmente depois dos 50 anos, se tenham algumas mulheres na família que já tiveram o câncer, aquelas que tiveram seu primeiro filho após os 30 anos, as mulheres que nunca amamentaram, aquelas que começaram a menstruar muito cedo e que demoraram para entrar na menopausa, as obesas também entram nesse grupo, assim como as sedentárias.

No entanto, mesmo essas que se enquadram nesse perfil, podem por si só, detectar se já manifestam os primeiros sinais da doença ou não. Basta verificar se aparece durante o ciclo menstrual e se ele não muda de local quando é apalpado. Mesmo assim, não é motivo para pânico, pois muitos desses tumores são benignos. Caso apresentem inchação, retração da pele, vermelhidão na região, ulceração aí resta buscar a orientação médica. Evidentemente se a mulher faz exames ginecológicos periódicos esse trabalho preventivo é facilitado.

Ao buscar orientação médica aí é que a situação complica, principalmente quando entre outros exames tem de fazer a mamografia, que representa um grande sofrimento. É incrível, que a despeito de todos os avanços da medicina, que são notórios, é inconcebível que ainda se faça um exame tão agressivo como o da mamografia, isso quando os hospitais têm a aparelhagem necessária para fazê-lo.

Independentemente de tudo, das dores que pode causar, é muito importante a mulher estar atenta a isso, pois o seio se trata de um órgão que diz muito respeito a autoestima e a feminilidade da mulher. Por ter tamanha importância, merece toda a atenção.

Autor: Antonio Marcos Rudolf

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