Atualizado em: 7 setembro 2011

Mundo tem 793 milhões de analfabetos, segundo dados da Unesco

De um total de 793 milhões de analfabetos, cerca de 64% são mulheres e de 2009 até hoje só houve diminuição de 0,04%. Confira mais detalhes sobre esses dados e quais medidas poderão ser adotadas.

Por mais avanços e progressos que o país tenha, uma das maiores preocupações ainda é a educação. A melhoria da educação é definitivamente uma das melhorias que o país busca há um bom tempo e mesmo assim, segundo estatísticas, o mundo possui um número absurdo de pessoas analfabetas, chegando a 793 milhões.

Educação preocupante

Embora seja um número que espelhe uma realidade de um munto inteiro, ainda sim é um número altíssimo que demonstra preocupação de governantes mundiais. Desse total, cerca de 64% dos analfabetos do mundo são mulheres e entre o ano de 2008 e 2009 a diminuição foi de apenas 0,04%, sendo praticamente insignificante. Grande parte dessa estatística está localizada na região oeste do continente Asiático. Os dados ainda são de indivíduos maiores de 15 anos, o que é mais preocupante ainda.

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Representando o oposto das estatísticas estão indivíduos da Europa, América do Norte e da Ásia Central, que possuem o menor percentual de indivíduos analfabetos, equivalente a menos de 2%.

Dentro deste percentual, o Brasil se encontra em uma situação importante e preocupante, pois segundo a Unesco, o Brasil, assim como os países da América Latina, estão em uma faixa de 90% a 100%  com relação a alfabetização. Já os países com taxas mais baixas são Benim, Burkina Fasso, Chade, Etiópia, Gâmbia, Guiné, Haiti, Mali, Niger, Senegal e Serra Leoa.

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Com base nessas estatísticas realizadas pela Unesco, a missão das Nações Unidas é de que tenha uma redução de 50% nas taxas de analfabetismo do mundo até o ano de 2015.

No ano de 2000, o mundo chegou a atingir um número de 875 milhões de analfabetos, sem saber nem ler e muito menos escrever. Após nove anos desses dados, o número reduziu e a redução foi de 82 milhões, o que não se comparou aos 437,5 milhões que eram esperados para cumprir a meta, buscando os erros e soluções para o porquê desses números. Além de buscar recursos para melhorar o ensino nos países com maior percentual de analfabetos.

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