Atualizado em: 8 setembro 2011

Repórter é morto por engano no Afeganistão

O repórter Khpulwak, 25 anos, foi uma das 19 pessoas mortas no confronto. De acordo com a BBC News, a Otan começou a investigar sobre o caso, descobrindo então que ele foi morto por engano por insurgentes que enfim, foram questionados.

Seguindo o contexto e a missão que os libaneses e talibãs seguem em relação a guerra, com certeza, se eles encontrarem alguém em seu caminho, que não transmita vestígios de que esteja á favor deles, com certeza, os soldados acabam matando, ou enfim, machucando e ferindo-o seriamente.

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É muito nítido que a missão dos soldados e guerrilheiros destes países, tem como missão, em se dar bem à qualquer custo, mesmo que tenham que eles próprios, se matarem em busca de moral e sobrevivência, algo que sempre escutamos falar através das reportagens diárias.

Sobre o Caso

Existe uma missão no Afeganistão, cujo a sigla é (Isaf) em inglês, no qual, admitiu assumiu um desastre ocorrido no lugar, estamos nos referindo a morte do correspondente da BBC Ahmed Omed Khpulwak, um ótimo jornalista, que, ao cobrir alguns assuntos referente as guerras e confrontos que estão ocorrendo, acabou sendo confundido com um insurgente prestes a detonar uma bomba, isso tudo, em um ataque de militantes na cidade de Tarin Kowt, na província de Uruzgan, no sul do país.

Sobre o Repórter

O repórter Khpulwak, 25 anos, foi uma das 19 pessoas mortas no confronto, segundo a BBC News, após as investigações formalizadas, é quem conseguiram descobrir que o repórter teria sido executado. Após relatos da investigação, foi descoberto que o jornalista havia sido morto por insurgentes foram questionados.

Com um futuro a ser completado em sua carreira, Khpulwak, jornalista desde 2008 para a BBC, além de prestar os melhores serviços, cobrindo as matérias mais importantes para o estado, ainda prestava serviços para uma emissora de notícias local.

A organização, afirma e se compromete a arcar com a culpa do fato ocorrido no qual a morte de Khpulwak foi acidental, com isso, juntaram-se os oficiais militares, forma até os familiares do jornalista para se desculpar pelo “erro”.

O oficial da Otan encarregado da investigação da morte do repórter confirmou que o soldado que disparou cumpriu “as leis dos conflitos armados e as regras de participação e atuou de maneira razoável dadas as circunstâncias”. Resumidamente falando, foi algo irreparável, de fato um erro, que por mais que as pessoas possam reconhecer, houve uma grande falta de atenção.

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