Atualizado em: 16 agosto 2011

Ladrões roubam remédios para câncer em São Paulo

O governo de São Paulo apreendeu 30 caixas de remédios oncológicos, avaliados em R$ 160 mil. Confira todos os detalhes da operação

Nesta segunda-feira, 15 de agosto, foi divulgada a operação que apreendeu remédios no valor de 200 mil reais, no qual, foi realizada pelo Governo do Estado de São Paulo, sob coordenação da Corregedoria Geral da Administração – órgão vinculado à Secretaria da Casa Civil de São Paulo – e integrada pelas secretarias da Saúde e da Segurança Pública.

O que basicamente acontecia era que medicamentos de alto custo de hospitais públicos eram vendidos a instituições de saúde particulares de outros estados. De acordo com o Portal do Governo de São Paulo, durante a operação, ocorrida em Osasco e na zona sul da capital paulista, e também no bairro de Vila Isabel, no Rio, foram apreendidas 30 caixas de remédios oncológicos, avaliados em R$ 160 mil.

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Desse total, R$ 34 mil em medicamentos foram apreendidos em uma clínica em Osasco e pertencem à rede estadual paulista. O restante foi apreendido no Rio e pertence à rede pública fluminense. Dois suspeitos de envolvimento no Rio e um em São Paulo foram detidos.

Quando os investigadores paulistas descobriram a quadrilha e todo o esquema que era montado, a Secretaria da Segurança do Estado do Rio de Janeiro agiu na capital
fluminense com mandado de busca e apreensão de remédios desviados.

Os remédios que foram desviados eram usados no tratamento de câncer e de pacientes transplantados. Eles eram furtados do almoxarifado dos hospitais públicos e vendidos por preços bem abaixo do mercado para distribuidoras, que os revendiam para hospitais do Brasil.

“O trabalho de inteligência da Corregedoria comprovou a existência de uma rede ilícita de receptação e comercialização indevida de medicamentos, que deveriam ser usados apenas em unidades públicas de saúde. Agora, busca-se apurar possível responsabilidade funcional pelos desvios ocorridos por meio de processo correcional já instaurado” , afirmou Gustavo Ungaro, presidente da Corregedoria Geral da Administração, órgão vinculado à secretaria da Casa Civil de São Paulo.

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