Atualizado em: 25 maio 2011

Imagem do Cérebro Feminino tendo um Orgasmo

Imagens revelam que o clímax feminino ativa de mais de 30 áreas do cérebro, incluindo os centros relacionados com a memória e sensação de dor.

Imagem do Cérebro Feminino tendo um OrgasmoUm interessante estudo realizado por cientistas da Universidade Rutgers, em Newark, New Jersey, foi capaz de detectar o fluxo sanguíneo no cérebro de uma mulher quando atinge o orgasmo e a influência dessa sensação na redução da percepção da dor.

Kayt Sukel, repórter da “New Scientist” e editora da nota, concordou em ser a pessoa a ser submetida à experiência que permitiu alcançar esses resultados.

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A jornalista foi colocada em um aparelho de ressonância magnética com um lençol lhe cobrindo, e com a cabeça imobilizada, passando a estimular seu clitóris, enquanto os investigadores monitoravam e gravavam sua atividade cerebral.

Os cientistas Barry Komisaruk e seus colegas guiaram Sukel e lhe deram instruções específicas. “Komisaruk me disse para tocar meu clitóris com o dedo indicador por três minutos, então, somete imaginar o meu dedo fazendo o mesmo trabalho nos próximos três minutos”, disse a repórter.

Entre outras instruções, os cientistas lhe pediram que fizesse os exercícios de Kegel (contração dos músculos da parte inferior da pélvis) e levantasse a mão livre como um sinal de que atingiu um orgasmo.

Ao longo do processo de estimulação, cerca de 30 áreas do cérebro foram ativadas, incluindo aquelas relacionadas ao toque, memória, recompensa, e até mesmo percepção da dor.

PRAZER SEXUAL NO CÉREBRO

O objetivo foi determinar a relação entre o ápice do prazer feminino e a ativação de uma parte do cérebro chamada córtex pré-frontal. De acordo com observações anteriores, Komisaruk encontrou uma relação entre a atividade desta região e o orgasmo feminino, mesmo aqueles que são atingidos através da imaginação.

A estimulação física ativou mais partes do cérebro da repórter que a imaginação, ou aquela conseguida através de exercícios Kegel, mas nestes últimos casos se conseguiu mais atividade no PFC. Isso abriria as portas para as hipóteses que apontam que esta zona permite uma resposta fisiológica à imaginação.

Os cientistas também acreditam que o orgasmo é um potente analgésico, e que os estudos sobre ativação cerebral em áreas relacionadas com o clímax poderiam lançar luz sobre novas maneiras de controlar a dor.

Fonte: New Scientist

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