Atualizado em: 5 outubro 2011

Fim da greve dos Correios pode ser aprovado hoje, diz jornal

Haverá um acordo nos dias de trabalho e também em relação ao salário dos 21 dias da paralisação da greve, no entanto, os trabalhadores deverão trabalhar durante fins de semana, até que se compensem os dias de prejuízo para a empresa, isso até o segundo domingo de maio de 2012.
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A greve dos Correios foi agitada durante 21 dias. De acordo com os representantes da categoria, ela já está no fim (Foto: Divulgação)

Após quase um mês de paralisação, parece que os Correios estarão cedendo a greve, enfim, de acordo com informações, houve um tipo de acordo entre os representantes da categoria, juntamente aos funcionários e diretores dos Correios.

Segundo a nota divulgada nesta quarta-feira (05), o acordo foi formalizado ontem. Para as pessoas, pode até ser fácil fechar um acordo e voltar a trabalhar normalmente, mas este fato, é algo que, somente os trabalhadores de cada setor, é quem sabem quais são as dificuldades passadas no trabalho, sejam em qualquer lugar.

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No total, 24 estados participaram da greve. Os funcionários dos correios, durante o tempo de 21 dias de paralisação, deram uma prejuízo muito grande na entrega de correspondências como por exemplo, um total de 147 milhões de cartas e encomendas não entregues para as pessoas. De acordo com informações, o  governo federal, quem cortou o ponto dos grevistas e exigiu a compensação dos dias não trabalhados.

O acordo

Como toda greve, o que os trabalhadores mais querem é, fechar um acordo que transmita a melhor opção para que, enfim, possam prosseguir com o trabalho normalmente, e assim sendo, ter as melhores opções para se dedicar e ficarem felizes ao exercer as funções.

A proposta de consenso foi fechada após audiência de conciliação no TST (Tribunal Superior do Trabalho) na qual, 35 sindicatos que representam a categoria vão se reunir ainda hoje para decidir se ratificam os termos do acordo em uma assembleia.

Na reunião que haverá na Fentect, federação que reúne os sindicatos, será emitido um comunicado que irá defender a aceitação da proposta. Caso não haja a aprovação real do acordo, tudo voltará ao zero, assim foi citado no jornal Folha.

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Segundo as informações, os Correios tiveram um prejuízo de R$ 20 milhões diários (Foto: Divulgação).

O prejuízo causado pela greve

Para quem não sabe, esta greve foi uma das que mais atrasou os serviços no ano de 2011, ela suspendeu os serviços de entrega com hora marcada dos Correios e também atrasos de três a quatro dias nos demais.

A empresa pretende normalizar os serviços na próxima semana. Foram muitas as dificuldades para aqueles que enfim, necessitam ou precisaram dos serviços oferecidos pelos Correios com urgência.

De acordo com o vice-presidente de gestão de pessoas dos Correios, Larry de Almeida, entre os Estados que fizeram greve, os mais afetados pela greve, foram “a Bahia, o Rio de Janeiro e São Paulo”, no caso, foram perdidos um total de R$ 20 milhões diários.

Além disso, muitos serão os casos que ainda serão manifestados através de ações judiciais causadas por clientes por conta dos atrasos. O desconto nos salários apareceu no contracheque dos grevistas dez dias após o início do movimento.

Os descontos da categoria

Para quem acha que, fazer greve é motivo de orgulho para os trabalhadores, sim, poderá até ser, porém, em alguma das partes da situação, com certeza, por algum lado, as pessoas irão perder, algo que não está fora da greve dos Correios.

Em relação ao corte de ponto, o representante Pinheiro, afirmou que adotará o mesmo procedimento para descontar dos grevistas, ou seja, em caso de greve, haverá novamente o corte do ponto ou a cobrança pelos dias não trabalhados.

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Mesmo que haja informações sobre os descontos da categoria em relação ao ponto, foi acertado que os 21 dias em que os trabalhadores e grevistas ficaram parados, não serão descontados por completo, assim foi dito na reunião em que fecharam o acordo.

Em suas palavras José Rivaldo da Silva, da Fentect, disse: Não foi a melhor proposta, mas a possível para uma assembleia”, no entanto, eles serão descontados novamente a partir de janeiro do ano que vem, mas parcelados em até 12 vezes.

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