Atualizado em: 14 fevereiro 2012


Enfermeira do caso yorkshire pode pegar 5 anos de prisão

Depois da análise de todas as informações sobre o caso, a Polícia Civil de Formosa decidiu entrar com dois processos contra a mulher que matou o cachorro.
Você Sabia?
Os atos de abuso e de maus-tratos com animais configuram crime ambiental e, portanto, devem ser comunicados à polícia, que registrará a ocorrência, instaurando inquérito. A autoridade policial está obrigada a proceder a investigação de fatos que, em tese, configuram crime ambiental.
Enfermeira que matou cachorro pode ir para a prisão

As cenas gravadas das agressões vão ser a principal prova contra a enfermeira, que pode pegar até 5 anos de reclusão.

Segunda as informações divulgadas pela delegada responsável sobre o caso, a enfermeira Camila Corrêa, que torturou até a morte um cachorro da raça yorkshire, vai ser indiciada por maus tratos aos animais e de impor constrangimento de menor, já que os atos de violência aconteceram na frente da sua filha, de apenas um ano. De acordo com a delegada titular da investigação, Renata Machado, ela pode pegar até 5 anos de prisão caso seja condenada pelo Ministério Público Estadual.

Além desses processos que vão ser decididos na justiça, a enfermeira também levou uma multa de R$ 3 mil reais do Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis), que foi aplicada em dezembro de 2011.

Entenda o caso

Depois de ter um vídeo divulgado na internet onde uma mulher aparece espancando um cachorro na frente da filha, essas cenas de violência geraram uma grande comoção nacional, que pedia justiça pelo crime. Após algumas semanas, a Polícia Civil de Formosa (GO) divulgou a informação de que a enfermeira do caso yorkshire vai ser indiciada por maus tratos, além do artigo que engloba o constrangimento de menor.

Caso seja condenada, ela pode pegar até cinco anos e seis meses de prisão. De acordo com a delegada Renata Machado, que é a pessoa que está a frente das investigações sobre o caso, a enfermeira pode pegar uma pena alternativa, como fazer trabalhos comunitários, ou teria que ficar em regime semiaberto, onde ela iria ter que dormir na cela. Por conta de ter agredido o animal na frente da menina, um juiz da Vara da Infância e da Juventude vai decidir se Camila tem condições de continuar com a guarda da criança durante os próximos dias.


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