Atualizado em: 6 agosto 2013

Entenda o Caso do Desaparecimento Amarildo RJ

Amarildo um pedreiro que desapareceu no dia 14 de julho, após ser levado por policiais militares para UPP para prestar esclarecimentos.
Você Sabia?
Que a idéia de criação de um Tribunal de Contas surgiu, pela primeira vez no Brasil, em 23 de junho de 1826, com a iniciativa de Felisberto Caldeira Brand.
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Maria do Rosário, apontou a Polícia Militar do Rio de Janeiro como principal suspeita no caso

De acordo com informações que foram recentemente divulgadas, segundo ministra da segurança e secretaria de direitos humanos, segurança pública do RJ é a grande suspeita no caso do pedreiro Amarildo. Este que acabou desaparecendo depois de ter sido levado por policiais da UPP da Rocinha.

Conheça o Caso

Amarildo foi visto no último dia 14 de julho e estaria sendo levado para uma Unidade de Polícia Pacificadora na comunidade. A polícia mencionou que ele teria sido confundido com um bandido e liberado depois de uma boa averiguação, recentemente foram realizados exames de DNA que comprovaram que o sangue que foi encontrado nos carros da UPP não seriam de Amarildo.

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O que Maria do Rosário divulgou

A Ministra Maria do Rosário apontou recentemente que a polícia seria a principal suspeita do caso do desaparecimento do pedreiro Amarildo SOUZA MORADOR da favela da Rocinha que teria sumido em 14 de julho depois de ter sido levado para uma determinada averiguação por várias polícias militares nas unidades da Polícia Pacificadora (UPP) da comunidade. Segundo a avaliação que foi realizada por ela as autoridades policiais teriam responsabilidade sobre este desaparecimento.

A ministra de forma alguma condenou as instalações das UPPs nas várias comunidades para o enfrentamento dos tráficos de drogas. Disse inclusive que não podemos jogar fora todas as experiências que temos tido de alguns tempos para cá de pacificação, mas que agora é interessante se ler sobre a situação como aquela condição onde as comunidades precisam ficar livres de ações do tráfico e do crime, para que possam inclusive confiar de forma plena na política.

Informação

A ministra divulgou também a seguinte informação “Mesmo em comunidades pacificadas nós devemos procurar construir uma cultura de polícia, que esteja próxima da comunidade” ela ainda citou que a polícia deverá ser a mocinha e não poderá abordar o trabalhador e ele desaparecer completamente.

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