Atualizado em: 27 abril 2012

Canibais de Garanhuns

Conheça a história dos canibais da cidade de Garanhus no Recife e confira as revelações deste caso monstruoso.
Você Sabia?
O nome dado ao canibalismo entre seres humanos, é denominado "Antropofagia" que é o ato de consumir uma ou varias partes de um ser humano, sendo que a palavra vem do grego, Anthropos "homem" e Phageins "comer".

Jorge, Isabel e Bruna formam o trio preso em Garanhuns acusado por matar, esquartejar e ainda consumir carne humana das vítimas. (Divulgação)

Imagine você estar com aquela baita fome e acaba comprando uma empadinha achando que era de frango e depois descobre que era de carne humana. Parece coisa de filme de terror não é mesmo? Mas foi isso que os canibais de Garanhuns em Pernambuco realizaram. Segundo a Polícia Civil, eles matavam, esquartejaram e ainda ingeriam pedaços dos corpos de seres humanos.

Ainda segundo a polícia, aproximadamente oito pessoas podem ter sido vítimas do trio que chocou a a cidade pernambucana de Garanhuns que fica aproximadamente 230 km de Olinda, região metropolitana do estado.

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Vítimas do canibalismo

Depois que os responsáveis pelo caso chegaran na casa do grupo de canibais, que era formado por Jorge Negromonte, de 50 anos, Isabel Pires, de 51, e Bruna de Oliveira, de 22, a residência deles foi totalmente investigada e escavada para achar restos dos corpos das vítimas. Após analisar o material encontrado, a polícia descobriu que se tratava de restos dos corpos  de três mulheres:  Jéssica Camila da Silva (17 anos), Geisa Helena (31 anos) e Alexandra Falcão (20 anos).

Jéssica estava desaparecida desde 2008, e até chegou a morar com o casal e ajudar nos serviços da casa. Mas quando ela manifestou o desejo de ir embora, Jorge e Isabel decidiram matar a garota, apesar de ter sido tradada e registrada como filha dos suspeitos. Geisa estava desaparecida desde fevereiro deste ano. Ela tinha sido contratada para ser babá de uma suposta filha do casal. Ela estava até feliz por ser contratada por conta do salário, mas sua família nunca mais a encontrou.

A jovem Alexandra, que tinha 20 anos, foi convidada a trabalhar com o mesmo intuito e foi assinada pelo trio que ainda usou os pedaços da vítima para colocar como recheio nas empadas e coxinhas que eram vendidas por Isabel.

A polícia acredita que aproximadamente oito vítimas passaram pelas mãos do bando, dentre eles um homem, que era comissário da Delegacia de Garanhuns.

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