Atualizado em: 28 setembro 2011

Brasil participará de missão na Líbia

Câmara dos Deputados aprovou na noite da ultima terça-feira (27/09) a participação do Brasil na missão da Líbia. Projeto ainda precisa ser aprovado pelo Senado.

Todos estamos acompanhando o recente problema enfrentado pela Líbia com relação ao regime duro de Muammar Kadafi, que está foragido, mas segundo fontes, o ditador ainda se encontra na Líbia.

Brasil participará de missão na Líbia

A Marinha Brasileira irá enviar um navio com até 300 militares para integrar a Força Interina das Nações Unidas no Líbano, adentrando na missão da Líbia. (Foto: Divulgação)

Foi aprovado nessa ultima terça-feira (27/09) pelo plenário da Câmara dos Deputados uma mensagem do Executivo que autoriza a Marinha Brasileira a enviar um navio com até 300 militares para integrar a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Unifil). Uma vez aprovada pela Câmara dos Deputaodos, a mensagem agora será encaminhada para o Senado.

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Brasil na missão

Essa mensagem foi encaminhada pela presidente Dilma Rousseff à Câmara no último dia 23 de setembro, onde foi votada com regime de urgência pelos deputados, por razão da proximidade da data de saída do navio brasileiro, saída que está prevista para a próxima terça-feira, dia 4 de outubro. Como justificativa da mensagem, o governo brasileiro afirmou que este envio das tropas irá reforçar a liderança brasileira no ambiente marítimo ou como diz na mensagem “Em sentido mais amplo, demostraria o compromisso do Brasil com a promoção da paz no Oriente Médio sob novo mandato das Nações Unidas”.

[share]Ao todo, a Força Interina das Nações na Líbia contará com a participação de 35 países, tendo ao todo 12 mil militares e policiais atuando na crise civil que vem acontecendo atualmente no país.  No mar, será o navio brasileiro como navio capitânia da frota, que é composta por três navios alemães, dois de Bangladesh, um da Grécia, um da Indonésia e um da Turquia.

Entenda o Conflito na Líbia

O ditador Muammar Kadhafi já se encontrava há 42 anos no poder da Líbia e constantemente enfrentava manifestações e ataques de rebeldes que sempre desejavam a sua queda desde fevereiro deste ano.

Tudo isso teve início devido ao regime implantado pelo ditador, levando a revolta de grande parte da população que se inspiraram no confronto realizado na Tunísia e no Egito. Juntamente com os rebeldes, a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) apoia o movimento e luta para que houvesse a queda do ditador. Enquanto tentavam o derrubar, o ditador comandava ataques de tanques e de outras maneiras contra os rebeldes da Líbia.

O ditador Muammar Kadhafi encontra-se foragido, embora haja fontes que indiquem que ele ainda permanece na Líbia, ele relata que só deixa o país morto e que não se entrega jamais.

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