Atualizado em: 15 março 2011

Tudo! Absolutamente tudo sobre o terremoto no Japão

A Internet tem sido uma fonte quase inesgotável e permanente de informações sobre a tragédia resultante do terremoto e posterior tsunami que assolou o Japão. O Twitter tornou-se o canal com fluxo mais rápido de informações, enquanto a Wikipédia se tornou uma referência estática do evento. São talvez os dois exemplos mais importantes de como o terremoto foi coberto pela Web. Eu por exemplo, não vejo TV. Tudo que fico sabendo é pela Web e fiquei muito melhor informado.

Veja abaixo as melhores fontes de informação sobre o Terremoto e Tsunami no Japão.

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NHK. A televisão japonesa suspendeu a sua programação e passou a divulgar ao vivo tudo sobre o desastre. Seu streaming têm se empenhado bastante, e continuará colocando a mídia e jornalistas para alimentar cidadãos ávidos por informações.

Facebook. Além da parceria com a Save the Children e a Cruz Vermelha para recolher donativos, a rede lançou um álbum onde você pode você pode ver, quase de hora em hora, os países em que os usuários mais ativamente comentam sobre o terremoto.

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Google. A gigante da Internet reagiu rapidamente após o terremoto. Coordenada a partir do escritório do Japão, a empresa divulgou uma ferramenta útil para encontrar pessoas e também um site completo com todos os tipos de informações úteis e atualizadas sobre o terremoto. Por fim, graças aos satélites, publicaram imagens das áreas antes e depois da “tsunami”. As fotos foram reproduzidas no mundo inteiro.

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YouTube. O canal Citizentube, espaço para os cidadãos enviarem seus vídeos foi aquele que reuniu mais vídeos caseiros amadores que apareceram na Web.

Nasa. A agência espacial dos EUA também colocou seus satélites para trabalharem e estes reproduziram as mais espetaculares imagens. Especialmente as que comparam a área afetada antes e após a tsunami, onde você pode ver como a água do mar avançou até cinco quilômetros em terra e inundou centenas de quilômetros quadrados.

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New York Times. O jornal norte-americano, como de costume, fez uma tremenda cobertura jornalística e, especialmente, com recursos multimídia. Há, por exemplo, suas próprias fotos de antes e depois sobrepostas em uma montagem peculiar, um mapa interativo que resume os principais acontecimentos, gráficos e fotos de reatores nucleares em perigo, uma explicação interativa do terremoto , um zoom sobre a área afetada, e uma galeria de fotos de leitores.

The Guardian. O jornal britânico, que muitas vezes também se vangloria de grandes coberturas em eventos mundiais, não foi tão bem como o norte-americano New Yoirk Times, mas mesmo assim apresenta galerias de fotos e vídeos, e um gráfico interativo com todos os detalhes do desastre.

BBC. A televisão britânica, com um dos sites mais visitados no mundo, também entrou na cobertura e, assim como o “NYT”, orgulha-se do seu trabalho. Além de cobertura ao vivo com sua própria retransmissão, há suas próprias fotos de antes e depois, mapas interativos, e uma página com todas as informações do evento.

USGS. A U. S. Geological Survey é a única fonte com todos os detalhes do terremoto. Em uma página simples dá, para aqueles que procuram informação detalhada, todas as características do sismo. Também é o lugar perfeito para ser informado das réplicas e outros terremotos.

IRIS Seismic Monitor. A ferramenta para monitorar movimentos sismológicos da Terra da IRIS (Incorporated Research Institutions for Seismology) tornou-se uma das mais discutidas nos últimos dias. O Seismic Monitor permite-nos ver as áreas mais ativas e mais afetadas por terremotos.

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Alertas de Tsunami. Para monitorar os alertas de tsunamis no Pacífico, existem várias opções. Uma delas é a oferecida pelo Department of Commerce. Outra é fornecida pela União Europeia.

ESRI. O mapa de acidentes no Japão da organização geográfica ESRI é outra ferramenta útil. Talvez o melhor lugar para ver os tremores, vídeos e eventos desta catástrofe de grandes proporções.

ESIPfed. A Federation of Earth Science Information Partners Partners também oferece, embora de forma muito mais especializada, um centro de recursos sobre o terremoto e a tsunami de Sendai.

UStream. O canal de transmissão ao vivo é um dos locais onde podemos encontrar mais sinais de televisão através da Internet. O YokosoNews, sobre o terremoto, é um deles.

NOAA. Minha preferida. A National Oceanic and Atmospheric Administration é uma das organizações com as melhores informações sobre o desastre. Além de informações genéricas sobre a tsunami, compartilhou uma imagem espetacular do impacto da onda gigante nascida na costa do Japão.

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