Atualizado em: 19 junho 2011

1,3 milhões de clientes da SEGA foram hackeados

Parte de uma grande escalada de ataques cibernéticos, a vítima da vez foi a desenvolvedora de jogos SEGA, que teve dados de 1,3 milhões de clientes roubados.

1,3 milhões de clientes da SEGA foram hackeadosMais de 1,3 milhões de usuários foram afetados pelo ataque de hackers realizado na última quinta-feira (16) contra as bases de dados do desenvolvedor de jogos SEGA Corporation do Japão, disseram fontes da empresa.

Entre os dados que foram expostos pelo ataque, estão nomes, senhas, datas de nascimento e endereços de e-mail.

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“Sentimos muito ter causado estes problemas aos nossos clientes. Queremos reforçar a segurança”, disse o porta-voz da SEGA, Yoko Nagasawa, que evitou fornecer uma data precisa para a reabertura de sua rede de jogos online, a SEGA Pass.

O porta-voz relatou a sequência particular de eventos após a divisão européia da SEGA detectar o ataque da última quinta-feira. Imediatamente relataram o incidente à sede no Japão, que por sua vez, ordenou o bloqueio imediato da rede de usuários.

Nagasawa, no entanto, não se pronunciou sobre a oferta inusitada feita pelo grupo de hackers conhecido como Lulz Security, responsável por ataques a outras empresas de videojogos, incluindo a Nintendo, rival história da SEGA,  para rastrear e punir  os responsáveis ​​pelo ataque. Algo no mínimo, muito estranho.

O ataque feito contra a SEGA se torna mais um número na grande escalada mundial de ataques cibernéticos contra grandes corporações e orgãos governamentais. Os Estados Unidos já mencionaram a possibilidade de tomarem estes ataques como um ato de guerra e retaliar não somente no campo virtual, mas no campo de batalha real, com soldados, porta aviões e todo poder da máquina de guerra norte-americana.

Governos de todo o mundo estão envidando esforços no sentido de se precaver deste tipo de ataque, incluindo uma internet em escala criada pelos EUA para simular combates cibernéticos. A China por sua vez, criou uma divisão militar para combater ataques informatizados, chamada Exército Azul.

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