Atualizado em: 8 fevereiro 2011

Prostitutas estão migrando para o Facebook

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Quem nunca viu um filme americano onde um homem dirige lentamente seu carro numa rua repleta de prostitutas, procurando por alguma que lhe agrade, para o carro e após uma rápida conversa, a garota entra e partem para algum motel?

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Isto também acontece no Brasil, muito mais em grandes centros como São Paulo, capital, mas gradativamente a tecnologia a a profusão das redes sociais está mudando a forma destas pessoas encontrarem seus clientes.

O Orkut já está repleto de homens e mulheres oferendo seus serviços sexuais, quase sempre com o disfarce que não engana ninguém como “acompanhante”, “escort”, e outros que não me dei o trabalho de procurar.

A rede da vez é o Facebook. Uma pesquisa mostrou que 83% das prostitutas americanas tem páginas ou perfis nesta rede social e esta prática chegou também ao Brasil. Uma pesquisa simples pela palavra acompanhante ou escorts, lista vários profissionais da área.

Um professor de sociologia da Universidade de Columbia está sugerindo que o negócio está se deslocando para o Facebook. Sudhir Venkatesh publicou os resultados de seu trabalho entre as prostitutas de Nova York na Wired. E ele o fez para estimular uma visão sobre como a tecnologia está influenciando o negócio da prostituição.

Embora o professor não entre em detalhes sobre como são feitas conexões com prostitutas no Facebook, alguns poderiam supor que elas possam seguir o mesmo padrão de qualquer outro meio de comunicação.

As redes sociais também oferecem aos profissionais da área, a possibilidade de se verem livres de cafetões, agenciadores, bem como podem controlar a exibição da sua imagem, fixar preços e até criar promoções.

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