Atualizado em: 27 setembro 2013

A Evolução do HTML até o HTML 5

O HTML5 disponibiliza uma experiência web totalmente diferente para usuários e muitos navegadores importantes, como Internet Explorer 9, Opera, Safari 4, Firefox 3.6 e Chrome já implementaram grandes partes da linguagem, incluindo tags de vídeo e suporte à tecnologia Canvas!.
Você Sabia?
Que o primeiro webmail foi criado por uma dupla em 1996 e vendido um ano e meio depois para Bill Gates.
HTML

O HTML5 não é uma ruptura, é a continuidade e evolução do modelo

A sigla HTML significa HyperText Markup Language, que quer dizer, linguagem de marcação de hipertexto. Sendo que o HTML é uma linguagem de marcação utilizada para produzir páginas na Web, criada pelo físico britânico Tim Berners-Lee. Onde os documentos HTML podem ser interpretados por navegadores da internet.

A primeira versão do HTML foi baseada na linguagem SGML. O SGML era utilizado para a estruturação de documentos, sendo dele que o HTML herdou diversas tags tais como: título <h1> ao <h6>, cabeçalho <head> e parágrafo <p>. Mas a principal diferença entre essas duas linguagens de marcação é que oHTML implementava a tag <a> com o atributo href, permitindo assim a ligação (links) de uma página a outra. Esse conceito de interligação entre documentos é a base do funcionamento de toda Web.

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Sobre a Evolução do HTML

O HTML surgiu em 1990 e até o seu quinto ano de vida sofreu várias revisões e alterações na sua especificação. Sendo que nesse período, quem controlava o padrão era o CERN e a IETF. Depois de 1995, o padrão passou a ser regularizado pela W3C, entidade que regula os padrões Web .

Em 1993, Dave Raggett propôs uma evolução do padrão HTML, denominada HTML+. Entretanto tal proposta nunca foi implementada.

Assim o primeiro sucessor do HTML foi o HTML 2.0, que foi apresentado na primeira conferência mundial sobre Web, a World Wide Web Conference. Mas o HTML 2.0  pode ser visto apenas como uma correção da versão anterior, pois somente formalizava as características do HTML que já estavam em uso.

Após isso, Dave Raggett escreveu o HTML 3.0 baseado em seu mais recente rascunho do HTML+. Todavia, mais uma vez, a versão do HTML não foi implementada. Esta especificação perdeu lugar para a versão 3.2, que novamente foi uma correção e providenciou total compatibilidade com a versão 2.

HTML 3.2 implementou características tais como tabelas, applets e texto flutuante ao redor de imagens.

Algum tempo depois, Raggest foi co-author do HTML 4  auxiliando no  desenvolvimento das linguagens como XHTMLXForms,MathML e além de outras especificações mais modernas da W3C.

Em dezembro de 1999 o HTML 4.01 foi publicado trazendo como principal premissa a compatibilidade com as suas versões anteriores através de 3 implementações:

Scrict (estrita) – implementação na qual fica proibida a utilização de elementos obsoletos da linguagem;

Transitional (transitória) – implementação na qual os elementos obsoletos são permitidos;

Frameset – implementação direcionada para site que usam frames.

E finalmente em janeiro de 2008 a W3C publicou a especificação do HTML5, como Working Draft. Mesmo com a sua sintaxe semelhante a de SGML, o HTML5 não tenta ser uma aplicação SGML, mas definiu sua própria serialização “html”, e também uma alternativa baseada em XML, o XHTML5.

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