Atualizado em: 27 abril 2011

Alunos pagam para entrar na USP

Tudo sobre as notícias sobre cursos pagos na USP. Toda cobertura sobre quantas matrículas pagas existem e quais cursos são pagos na Universidade que se diz pública.

O estudo é um bem muito importante e direito de todos no nosso país. Hoje, quem não possui condições de pagar uma faculdade particular, pode tentar entrar em uma universidade pública. As universidades públicas normalmente são bem concorridas, pois muitos desejam estudar sem ter que pagar, por isso existem diversos cursinhos que ajudam pessoas que possuem esse objetivo, de se formar em um ensino público. A USP é uma universidade que sempre foi pública, tendo que ser feita uma prova para ingressar na universidade, mas atualmente a universidade tem sido alvos de críticas, pois alguns cursos da USP estão tendo que ser pagos.

Cursos pagos

Muito tem se falado sobre a propaganda falsa que a Universidade de São Paulo tem feito. Conhecida por ser a maior universidade pública, a USP tem sofrido com críticas e especulações sobre seu ensino que não está sendo totalmente gratuita. O site mostra “A Universidade de São Paulo é pública e gratuita”, mas isso não condiz com a prática. Nesse ano, cerca de 15 mil matrículas foram feitas e preenchidas por alunos pagantes. Os alunos pagantes seriam o do MBA com o título “Real estate – economia setorial e mercados” ou a pós graduação lato sensu na USP, está saindo pelo preço de R$29.040,00, podendo ser parcelado em 24 vezes. O curso possui 420 horas de carga horária e promete fornecer o “Certificado USP” ao final.

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Na parte de humanas também tem curso pago, a pós chamada de Marketing Político, que é ministrado aos sábados na Escola de Comunicações e Artes (ECA). Embora haja isso, não se trata como mensalidade, mas sim como um investimento, logo o “investimento” nesse curso de marketing político sai por 20 parcelas de R$780,00, sendo um total de R$15.600,00.

Além dos preços que estão sendo cobrados, muitos estudantes reclamam de que não há dedicação suficiente por parte dos professores, deixando muitas vezes que as aulas sejam dadas por monitores. Muitos alunos também dizem estar bem decepcionados com isso, pois a ação não condiz com a propaganda que é feita da Universidade de São Paulo. Agora só resta esperar e ver se as reivindicações que estão sendo feitas irão resultar em algo.

 

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