Polícia afirma ter identificado suspeito de matar irmãos na Serra da Cantareira
O Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) informou nesta quarta-feira (26) que conseguiu a identificação do homem suspeito do assassinato dos irmãos Ferreira Oliveira Neto, de 14 anos, e Josenildo José Oliveira, de 13 anos. Eles foram encontrados mortos na terça-feira (25) na mata da Serra da Cantareira, na Zona Norte de São Paulo. A polícia disse ainda que o suspeito é uma pessoa conhecida da população local. De acordo com a delegada Cíntia Tucunduva, da Equipe Especial de Investigação de Crimes contra Criança e Adolescente, a polícia já procura o suspeito para levá-lo ao DHPP. Apesar de no retrato falado divulgado pela polícia constar uma cicatriz no lado esquerdo da face do suspeito, a delegada diz que há dúvidas em relação a localização da marca. Cíntia afirmou que a cicatriz pode estar tanto na face, quanto na sobrancelha, ou as duas coisas. Além do nome, a polícia diz ter os dados de qualificação do suspeito. Como os nomes dos pais e a idade.
A polícia está reticente em chamar o assassino dos dois irmãos de maníaco. “Para definir se a pessoa é um maníaco ou um serial killer, nós dependemos de uma avaliação psiquiátrica”, afirmou a delegada. Ela disse que consultou os registros de morte ocorridos este ano na região da Serra da Cantareira, e nenhum deles em um primeiro momento tem características parecidas com a morte de Francisco e Josenildo. Apesar disso, a delegada disse que, após a prisão do assassino, poderá investigar se ele também tem ligação com as outras quatro mortes ocorridas desde fevereiro na região.
A delegada responsável pelo caso disse que uma pessoa que deixa os corpos no estado em que os jovens estavam deve ter algum tipo de transtorno. “Uma pessoa, independente de ser ou não a mesma que atacou os outros três adolescentes, e comete o ato que pudemos presenciar possui algum tipo de transtorno e é uma pessoa de certa periculosidade”, disse.
A polícia está reticente em chamar o assassino dos dois irmãos de maníaco. “Para definir se a pessoa é um maníaco ou um serial killer, nós dependemos de uma avaliação psiquiátrica”, afirmou a delegada. Ela disse que consultou os registros de morte ocorridos este ano na região da Serra da Cantareira, e nenhum deles em um primeiro momento tem características parecidas com a morte de Francisco e Josenildo. Apesar disso, a delegada disse que, após a prisão do assassino, poderá investigar se ele também tem ligação com as outras quatro mortes ocorridas desde fevereiro na região.
A delegada responsável pelo caso disse que uma pessoa que deixa os corpos no estado em que os jovens estavam deve ter algum tipo de transtorno. “Uma pessoa, independente de ser ou não a mesma que atacou os outros três adolescentes, e comete o ato que pudemos presenciar possui algum tipo de transtorno e é uma pessoa de certa periculosidade”, disse.
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