Pacientes recebem visitas pela internet no Rio
Um notebook com uma webcam, internet banda larga, caixas de som ou fones de ouvido e um microfone. É o que basta para que pacientes internados em três hospitais particulares do Rio possam receber uma ‘visita virtual’ no leito.
O serviço, em funcionamento há dois meses, é gratuito e garante bem-estar e conforto a pacientes que não podem receber visitas ou estão distantes da família e dos amigos.
Internada na emergência depois de passar mal, a professora Rosa Helena do Nascimento não teve tempo de se despedir dos alunos do ensino fundamental. O que ela não previa é que ficaria afastada da sala de aula mais tempo do que imaginava. Com uma lesão no lado direito do cérebro, Rosa precisou passar por uma cirurgia. Depois de 25 anos lecionando e sem ter passado por uma situação parecida, ela confessa que ficou triste com o afastamento inesperado.
Sem poder receber visitas das crianças, Rosa usou o novo serviço para explicar aos pequenos alunos o porquê da ausência. “Eu estava morrendo de saudades. Combinei com a escola e fizemos uma videoconferência. Foi super importante pra mim porque professora tem essa coisa de planejamento, de se despedir e se organizar. Esses imprevistos são ruins, principalmente para as crianças.”
A ‘conversa’ aconteceu pouco antes da cirurgia e, segundo ela, foi muito positiva. “Fiquei super emocionada. Foi uma coisa bem próxima. Fui vendo um por um. Vi quando duas crianças também se emocionaram. Eles falavam comigo e perguntavam qual era a minha dor. Eles têm entre 6 e 7 anos, por isso sentem tanta falta.”
Ainda de licença médica, Rosa aprova o uso da internet por pacientes internados. “É um trabalho muito importante e emocionante. Acho ótimo o que você pode minimizar num momento como esse, que pontes pode fazer para a pessoa não ficar completamente fora do contexto que estava.”

Segundo o filho do aposentado, Ruy Pinto Mamede Júnior, que acompanhou o pai durante o período de internação, o serviço deu conforto à irmã e a mãe idosa.
“Minha irmã já sabia que meu pai ia operar. O hospital nos ofereceu o serviço e me interessei porque ela, que mora longe, é muito nervosa e ansiosa. Pra ela, foi um grande alívio ver nosso pai e conversar com ele logo após a cirurgia. Minha mãe, que estava em casa e é idosa, também participou da conversa. Foi ótimo. É um conforto danado, principalmente para o paciente que fica no estresse”, explica.
Na avaliação do filho do paciente, o serviço ainda tem outra vantagem. “Ficamos todos conversando e o melhor de tudo é que não é preciso teclar nada. Meu pai ficou com o microfone e o fone no ouvido e foi falando e vendo minha irmã e minha mãe. Isso é ótimo porque a pessoa idosa tem mais dificuldade de usar o teclado.”
Diretor-geral do Cardiotrauma de Ipanema e do Centro de Tratamento Intensivo e Neonatal (Cetrin), em Botafogo, na Zona Sul, o médico Ricardo Periard explica que a visita virtual tem como objetivo proporcionar o bem-estar a quem está internado. Mas para que o paciente possa ‘conversar’ pela internet, é preciso que o médico dê seu consentimento.
“O consentimento médico é muito importante até para avaliar se o paciente corre algum risco de se emocionar demais e acabar prejudicando a saúde. Tem que ser uma emoção saudável, positiva, que eleve a auto-estima do paciente. E isso acaba refletindo num estímulo para ele superar a doença”, esclarece.
Periard acredita, ainda que “a visita virtual diminui a dor”, principalmente entre os pacientes que ficam isolados. “A saudade machuca muito, tanto para o paciente como para o familiar. Tivemos o caso de um pai que estava longe e conseguiu ver o neném recém-nascido na incubadora. Dá para imaginar o que ele sentiu”, lembra o diretor.
O serviço é gratuito e oferecido de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h, com duração média de 30 minutos. Após o consentimento médico, a visita é agendada entre o paciente e o visitante. No dia combinado, uma equipe de informática do hospital instala o equipamento no quarto do paciente. Após a visita, o equipamento é retirado.
- instalação do Active X;
- Internet banda larga de 512 k;
- caixas de som (ou fone de ouvido) e microfone;
- webcam
Três hospitais particulares da Zona Sul do Rio já oferecem o serviço:
- Hospital São Lucas, em Copacabana;
- Hospital Cardiotrauma, em Ipanema;
- Centro de Tratamento Intensivo e Neonatal (Cetrin), em Botafogo.
Veja também:
- Fotos de mulheres lindas e Gostosas
- Depois, do rafting… Lindsay Lohan caminha com os pacientes da reabilitação
- Hoje são pagos benefícios acima piso de finais 4 e 9 (INSS)
- Como consultar PIS/PASEP pela internet - Sacar
- Ver TV de graça pela internet
- Hipertensão Arterial - Causas e Diagnóstico
- Viagra ajuda pessoas com distrofia muscular
- Porn for the Blind - Site pornô para cegos
- Os segredos da pílula Antibarriga
- Hackers invadem marca-passo nos Estados Unidos
- Envie Torpedos Nextel - Grátis
- Tema temporário!
- Lindsay Lohan faz tratamento pesado para se livrar das drogas
- Depender só do Google não é nada legal
- Você sabe quem monitora a internet?
- Download UltraSurf - Navegue em sites bloqueados
- Oi Torpedo - Mensagem para celular Oi de graça
- Consultas ao 6º lote de restituições do IR 2008
- Novos critérios para troca de banners e links
- Cantor Belo vai pra cadeia de novo
- Show da Madonna pela internet
- Fotos de Gatas com piercing no nariz
- Fotos da Juliana Salimeni do Pânico
- Horóscopo 2009
- Cortes de Cabelo
- Fotos sensuais da Mulher Melancia
















