Atualizado em: 24 outubro 2011

Morte de Gaddafi propaga vírus

A maioria dos golpes estão sendo distribuídos através de redes sociais como o Twitter e Facebook, onde os criminosos criaram um perfil falso para enviar mensagens que contêm links maliciosos
Muammar Abu Minyar al-Gaddafi

Muammar Abu Minyar al-Gaddafi

Fraudes e golpes online que usam a morte de Gaddafi como isca proliferam nos últimos dias, corroborando mais uma vez o grande fascínio dos hackers oportunistas com a morte de celebridades como isca para enganar os usuários. Os cibercriminosos tentam enganar usuários com a promessa de um vídeo sobre a morte do ditador para espalhar malwares, vírus e tentar obter sucesso com fraudes online.

A empresa de segurança BitDefender, fabricante de um antivirus homônimo,  divulgou um alerta sobre esse tipo de prática. A maioria dos golpes estão sendo distribuídos através de redes sociais como o Twitter e Facebook, onde os criminosos criaram um perfil falso para enviar mensagens que contêm links maliciosos. Eu já ví pelo menos uma destas mensagens no dia de hoje (24).

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As mensagens anunciando a morte de Gaddafi incluem um link que, teoricamente, daria acesso ao vídeo que mostra como morreu o ex-ditador da Líbia. Na realidade, porém, esses links o levam para fazer o download de diferentes tipos de malwares cujas intenções são tão puras quanto as do Lobo Mau de Chapeuzinho Vermelho.

O uso de notícias de morte, reais ou não, a respeito de celebridades é uma das iscas mais eficazes usadas pelos hackers, seguidas daquelas que apelam para a curiosidade de alguém cujo parceiro supostamente o traiu, propondo a visualização das fotos que comprovam o fato.

O último famoso a ser objeto desta prática foi Steve Jobs, precedido de Lady Gaga, cujos vírus ainda circulam pela Web fazendo muitas vítimas.

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