Atualizado em: 27 setembro 2010

Metrô de SP – Greve 2010


A vida em São Paulo é uma correria sem fim.

É a maior cidade da América Latina e por isso, não poderia ser diferente a forma como os paulistas vivem e são vistos pela cidade. Ela não dorme, não para, não há uma hora específica para dormir, nem para acordar, pois tudo funciona 24 horas por dia.

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E nisso é só movimento e movimentando os paulistas ou pessoas de outras terras que aqui chegam em busca de oportunidades e melhores condições de vida.

Porém, para se viver nesta terra onde tudo é longe, um meio de transporte é fundamental. E os metrôs, em São Paulo, é o meio de transporte mais usado por aqueles que logo ás 4 da manhã tem que estar de pé para seguir para o trampo.

No entanto, quando o metrô está em greve, a vida do cidadão vira um verdadeiro tormento.

A Greve

Este ano de 2010, muitos foram os esforços para que o metrô não parasse causando danos para a população e até prejuízos para a economia. Uma destas tentativas foi feita pelo Companhia do Metropolitano de São Paulo que deu alguns benefícios para evitar a paralisação dos metroviários.

Os benefícios foram o reajuste de 5,05%, com acréscimo do reajuste de 14,52% para o Vale Refeição, que passa de 22 para 24 cotas por mês, aumento de 11,85% para o Vale Alimentação e Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de, no mínimo, R$ 3.600.

O único item rejeitado foi a questão do plano de carreira. Os metroviários pediam de início um aumento de 5,81%, aumento real de 4,25%, reajuste do vale alimentação e vale refeição.

Com estas melhorias, o metrô de São Paulo seguiu servindo a população de São Paulo.

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