Atualizado em: 16 dezembro 2013

PIB dos estados Brasileiros em 2013

O IBGE faz os cálculos do PIB e trouxemos dados com as informações também do Fundo Monetário internacional.
Você Sabia?
É através do PIB que se mede a atividade econômica de uma região já que ele é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos nesta região.
Vocês poderão ter acesso ao PIB de todos os estados ( Foto: Divulgação)

Vocês poderão ter acesso ao PIB de todos os estados ( Foto: Divulgação)

O PIB é um indexador muito importante porque através dele se pode saber se um estado está se desenvolvendo e trouxemos informações para vocês de um estudo baseado nos resultados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e do Fundo Monetário Internacional onde se calculou o PIB dos estados do Brasil em 2013 e o resultado poderá ser visto abaixo.

Produto Interno Bruto dos Estados

Norte      

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Rondônia         9.676

Acre    6.456

Amazonas        9.997

Roraima           8.277

Pará     6.298

Amapá 7.181

Tocantins         7.064

Nordeste  

Maranhão        4.303

Piauí     4.294

Ceará   5.652

Rio Grande do Norte   6.185

Paraíba            5.123

Pernambuco     6.453

Alagoas           4.975

Sergipe            6.869

Bahia   6.214

Sudeste    

Minas Gerais    10.725

Espírito Santo  15.092

Rio de Janeiro  15.724

São Paulo        17.780

Sul   

Paraná 12.477

Santa Catarina 14.663

Rio Grande do Sul       13.459

Centro-Oeste

Mato Grosso do Sul    10.891

Mato Grosso   12.722

Goiás   10.027

Distrito Federal            34.532

Pela lista acima podemos verificar que o estado que tem o maior PIB é o Distrito Federal e os outros diferem bastante entre si e vemos um crescimento totalmente desigual em nosso país.

Infelizmente o Brasil não tem crescido como deveria e pelas previsões em 2014 também deverá ficar bem abaixo do esperado, mesmo com tantas informações contrárias. O PIB deveria fechar este ano com índices abaixo dos esperados e abaixo do estimado pelo governo. Os juros altos, inflação e muitos outros fatores contribuem e vamos esperar que em 2014 este panorama possa mudar embora os economistas não estejam sendo otimistas.

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