Atualizado em: 7 outubro 2011

Abastecer com etanol aditivado: Vale ou não a pena?

Através das pesquisas, há uma variação tanto nos preços como na parte de opiniões de consumo do etanol, gasolina enfim, o compacto da Fiat em um teste, registrou consumo médio de 10,7 km/l, sendo 9,3 km/l no percurso urbano e 12,1 km/l no ciclo rodoviário.

Hoje em dia, em relação ao combustível, não temos muitas alternativas, à não ser, pagar pelo que temos que consumir, ou seja, é algo que não há muito o que fazer, pois, precisamos, tanto para ir ao trabalho, para ir para a escola, e assim sendo, temos as melhores condições de ir e vir, desde que possamos pagar pelo que consumimos.

O consumo do etanol aditivado

Os brasileiros são, definitivamente, um dos públicos que mais se consome combustível, porém, nem sempre as opções em que nos são mostradas, são realmente as que precisamos. Desde 2010, temos ganhado, outras formas de utilização no abastecimento dos veículos.

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De acordo com pesquisas levantadas, tanto os motoristas de São Paulo, Rio de Janeiro e Bahia, todos nós, nos mantemos nos estados em que se concentram a maior demanda por combustível no país.

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Será mesmo que, o etanol aditivo nos trás tantos benefícios assim (Foto: Divulgação).

A opção de abastecimento aos carros flex melhorou muito em relação ao etanol aditivado, ou seja, além de nos trazer as melhores vantagens, foi uma das melhores opções em relação aos gostos em determinados lugares onde o preço acaba variando. Sendo para qualquer questão, será mesmo que abastecer com o etanol ajuda e não nos atrapalha.

Ao que tudo indica, a Shell ainda seguirá por um bom tempo sem concorrentes nessa área, já que a Ipiranga informou que não planeja oferecer um produto similar e a Petrobras não se pronunciou sobre o assunto.

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Quando se trata em valores, não podemos apenas pensar em economia, mas sim, na parte em que estaremos utilizando algo que nos traga locomoção ao comprarmos o produto, então, imaginem só, adquirir algo que não nos traga benefícios, seria muito rui não é mesmo.

Este novo combustível oferece para justificar os R$ 0,10 que custa, em média, acima do etanol comum? De acordo com informações a novidade possui detergentes e dispersantes, assim como a gasolina aditivada, responsáveis pela limpeza do sistema de alimentação do motor.

A novidade conta com a tecnologia FMT (Friction Modification Technology), responsável, segundo a marca, por “criar uma película entre as partes móveis do motor que ao entrarem em contato como a funcionalidade do combustível, ele vai aumentando a lubricidade e reduzindo o desgaste natural causado pelo funcionamento”.

Não importa o quanto você realmente deseja economizar com o seu combustível, o que vale, é estar sempre de acordo com as necessidades de seu dia a dia, sendo assim, procure analisar a cada situação.

A comparação do combustível

De acordo com esta pesquisa, há muito a se analisar, ou seja, não precisamos condenar, mas também, incentivar a quem realmente quer, ou não utilizar o etanol aditivado, o que vale, é saber como e de que forma, o caso pode ajudar em em questões de melhorias e desempenhos na hora em que for utilizar o seu carro, enfim, caso perceba como é que a situação funciona, é bom pesquisar o que realmente quer melhorar.

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Ao mesmo tempo em que preferimos os carros flex, temos que analisar a parte de abastecimento, fazendo sempre as melhores pesquisas (Foto: Divulgação).

Em questões sobre provas de aceleração e consumo de combustível, simulação de ciclo urbano dentre outras análises feitas para esclarecer as questões sobre o etanol aditivado, a Shell recomenda aos interessados em abastecer com o etanol aditivado que façam uma migração de forma gradativa, com metade do tanque para cada tipo de etanol por três ou quatro abastecimentos. “Caso o veículo possua menos de 5.000 km, o processo é dispensável”, diz Pose.

Entenda mais sobre os assuntos relacionados:

Através de um teste feito com alguns carros, duas pessoas estavam a bordo e enfim, utilizaram o equipamento completo de medição, partindo de ensaios no qual, com o etanol aditivado, o Uno Attractive 1.4 precisou de 17s3 para acelera de 0 a 100 km/h e de 20s5 para percorrer 400 m partindo da imobilidade. No que diz respeito ao consumo, o compacto da Fiat registrou consumo médio de 10,7 km/l, sendo 9,3 km/l no percurso urbano e 12,1 km/l no ciclo rodoviário.

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Ao analisar os preços entre a gasolina e o etanol, é necessário pesquisar os melhores preços também (Foto: Divulgação).

Ao finalizar a primeira edição do teste, foi substituído o combustível no qual rodou com o medidor em cerca de 30 km com o etanol comum antes de iniciarmos as avaliações. Ao utilizar o Uno como teste, foi cumprido a prova do 0 a 100 km/h em 17s8 e a dos 0 a 400 m em 21s3. Já a média de consumo ficou em 9,8 km/l, sendo 8,7 km/l na circuito urbano e 11 km/l no percurso rodoviário.

O resultado da medição

É muito claro o que temos que pensar, na verdade funciona da seguinte forma, ao fazer qualquer tipo de teste, é necessário estar por dentro de tudo, buscando as melhores opções. Ao comparar a média de preços em questões de valores do combustível, foi relatado pela pesquisa que, o ao nível de ruído, os números obtidos ficaram próximos, com média de 64,8 dB para o comum e 65,1 dB para o aditivado.

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Aos ser feito um teste, foi mostrado na pesquisa, algo onde era oferecido por R$ 1,89 o litro, no entanto, sendo assim, iríamos gastar R$ 90,72 para completar o tanque de 48 litros do Fiat e rodar 513,6 km.

Apenas como exemplo, já que o preço dos combustíveis varia muito entre as praças, no posto em que abastecemos o Uno em São Paulo, SP, no caso, o etanol aditivado era oferecido por R$ 1,89 o litro, no entanto, sendo assim, iríamos gastar R$ 90,72 para completar o tanque de 48 litros do Fiat e rodar 513,6 km.

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Sendo vendido a R$ 1,79, o  gasto do comum seria de R$ 85,92 para uma autonomia de 470,4 km, enfim estejam sempre atento as estas informações, pois, somente desta forma é que o consumidor poderá ter certeza sobre quando realmente sai ganhando, ou perdendo com isso.

Apesar do preço maior, o custo por km rodado com o etanol aditivado é de R$ 0,176, valor que sobe para R$ 0,182 com o comum devido à menor autonomia. Como apontou o nosso consultor técnico, Bob Sharp, “se o carro rodar 12 000 km/ano (média nacional) o consumidor gastará R$ 2 119 no período utilizando o etanol aditivado, e R$ 2 191 com o comum”. Para saber mais detalhes, acessem o site terra.

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