Atualizado em: 24 outubro 2011

Simbolos natalinos e seus significados

Todo os símbolos natalinos tem os seus devidos significados, na verdade, quanto mais procurarmos informações sobre cada um deles melhor, ou seja, não pensem que é só curtir a data de Natal e pronto, é legar saber realmente o que você está comemorando.
Simbolos natalinos e significados de natal

Além de ser pessoas muitos unidas e felizes, os brasileiros gostam muito quando o Natal está próximo (Foto: Divulgação).

O Natal é uma época mágica onde adultos e crianças são tomados pela magia que paira no ar. A troca de presentes, a ceia, estar em família e muitas outras coisas fazem de nós pessoas melhores nesse período, na verdade, é muito importante que as pessoas façam também, orações em relação a época, algo também sagrado.

Provavelmente, a sua casa já deve com a árvore decorada e montada não é mesmo, na verdade, quando se chega a em dezembro, as pessoas sempre querem procurar as milhares de opções de Natal, algo como as roupas de Papai Noel, querem buscar as belas frases de épocas de fim de ano, e assim vai.

Até que chegue o Natal e o ano novo, é muito importante que as pessoas realmente saibam como organizar uma completa Ceia de Natal, e mais, a lista de presentes já deverá estar feita. O Natal é cheio de símbolos e significados, e você, sabe qual o significado dos principais símbolos do Natal? Vejam abaixo, selecionamos os verdadeiros significados em relação aos símbolos natalinos:

Significados

Presépio:
A palavra vem do hebraico e significa manjedoura, estábulo. Desde o final do século II, já havia representações do presépio. Inicialmente foram pintados nas catacumbas de Roma.

Boi e Jumento:
Esta representação que nos chega dos escritos apócrifos (obra cuja autenticidade não foi provada), é uma linda lenda dos primeiros tempos do cristianismo. Nenhum dos textos do Evangelho fala da presença destes animais.

Seria uma reminiscência do texto do profeta Habacuc, que diz que “o Messias se manisfestará entre os animais”. Belo texto do século VI, conhecido como o Evangelho do pseudo-Mateus, faz a descrição da cena com o boi e o jumento.

Este Evangelho apócrifo teve grande impacto no imaginário popular. Estes animais representam o calor da criação que quer ver vivo tudo o que nasce e deve viver.

Anjos e Cantores:
Os anjos acntores anunciam uma boa notícia: “Glória no mais alto dos céus e paz na terra aos homens de boa vontade”. Anjos, ou seja, mensageiros, surgem nos céus para confirmar o nascimento do Filho de Deus. Os anjos na tradição cristã natalina são representados com traços infantis, como sinal de inocência e de pureza.

Estrela:
A estrela tem 4 pontas e 1 cauda luminosa. As 4 pontas representam as 4 direções da terra: Norte, Sul, Leste e Oeste, de onde vêm os homens para adorar a grande luz que é o Filho de Deus, além de lembrar que Ele veio para todos.

Os três Reis Magos:
O Evangelho de Mateus é o único a relatar a vinda dos sábios do Oriente. No século V, Orígenes e São Leão Magno propõem chamá-los de reis-magos.

No século VII eles ganham nomes populares: Baltazar (deformação de Baal-Shur-Usur-Baal, que protege a vida do rei), Belquior e Gaspar.

Eles trazem ouro, incenso e mirra para o menino Rei, Deus e Salvador. No século XV, lhes são atribuídas etnias: Belquior (ou Melchior) passa a ser da raça branca; Gaspar, amarelo e Baltazar, negro, para simbolizar o conjunto da humanidade que vê e conhece o Salvador.

Pinheiro de Natal:
Tradição nascida em tempos medievais, de fundo cristão, que reúne dois símbolos religiosos: a luz e a vida. Peças religiosas eram representadas com grande sucesso popular nas igrejas, fazendo sempre alusão ao Paraíso, representado plasticamente por uma árvore carregada de frutos.

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Esta árvore do Paraíso ficou como um dos sinais das festas de Natal celebradas a partir do século XI. A atual árvore de Natal aparece na Alsácia no século XVI e no século seguinte se espalha o hábito de iluminá-la com velas. Em 1912, Boston, nos Estados Unidos, inaugura uma árvore iluminada numa das praças centrais da cidade, e isto se espalha por todo o planeta, inclusive em países não-cristãos.

O pinheiro natalino mostra que mesmo no inverno mais rigoroso, o verde de seus ramos resiste e as maçãs continuam saborosas e comestíveis mesmo depois da chegada da nova e rude estação com a neve e geadas permanentes. As maçãs, hoje bolas vermelhas, presas aos galhos da árvore são sinal de vida diferenciada.

Muitos colocam sob a árvore frutas secas e cristalizadas para mostrar o outro lado da vida. Somente nste século XX começamos a usar o pinheiro como árvore-símbolo dos vegetais que jamais perdem as suas folhas diante da dureza do inverno do hemisfério norte.

Bolas Coloridas:
Simbolizam os frutos daquela árvore viva que é Jesus. São os dons maravilhosos que o nascimento de Jesus nos trouxe. São as boas ações daqueles que vivem em Jesus, como Jesus.

Velas:
Acender velas nos remete à festa judaica de Chanuká, que celebra a retomada da cidade de Jerusalém pelos irmãos macabeus das mãos dos gregos. Na chama da vela estão presentes todas as forças da natureza.

Vela acesa é símbolo de individuação e de nossos anos vividos. Tantas velas, tantos anos. E um sopro pode apagá-las para que de novo possamos reacendê-las no ano vindouro. Para os cristãos, as velas simbolizam a fé e o amor consumido em favor da causa do Reino de Deus. Velas são como vidas entregues para viver.

Sinos Natalinos:
As renas carregam sinos de anúncio e de convocação. Os sinos simbolizam o respeito ao chamado divino e evoca, quando preso em torres, tudo o que está suspenso entre o céu e a terra e, portanto, são o ponto de comunicação entre ambos.

Neve:
O toque mágico do Natal vêm com a brancura e o frio da neve no hemisfério norte que exigem das pessoas que se guardem das ruas e convivam mais dentro das casas.

Cartões, Presentes e a Ceia de Natal:
A ceia nos lembra o ato de Amor de Jesus. Lembra também nossa origem judaica enquanto religião que celebra a fé em torno de uma mesa de família, portanto, os presentes de Natal e também os cartões, também representam a época sagrada.

Papai Noel:
São Nicolau, chamado Santa Klaus, bispo de Myra, na Lícia antiga, sudoeste da Ásia Menor, da atual Turquia. Durante o século IV, este homem de fé marcante foi transformado legendariamente neste Papai universal e proveniente que oferece às crianças presentes, brinquedos e carinhos da terceira idade.

O atual Papai Noel, de roupa vermelha e saco às costas, nasce nos Estados Unidos na metade do século XIX, como um São Nicolau transmudado em ganomo ou duende e, logo em seguida foi transformado em um simpático velhinho.

Ele é introduzido na Europa depois da Primeira Guerra Mundial e se impõe pouco a pouco pela pressão comercial e daqueles que querem festejar o Natal sem referências religiosas.


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