Atualizado em: 6 setembro 2011

Melhores Poemas - Resumo

Veja neste artigo, o resumo da obra “Melhores Poemas” de José Paulo Paes

José Paulo Paes foi um poeta do século XX que, além de escrever poesias, se dedicou à tradução, produção de ensaios e críticas literárias.

O poeta, formado em química, nasceu em 1926 e durante muitos anos conciliou o ofício com as artes literárias. Conheceu vários escritores como Graciliano Ramos, Jorge Amado e Oswald de Andrade, escreveu várias poesias e faleceu em 1998.

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Resumo

A obra “Melhores Poemas” é uma coletânea dos melhores poemas do autor selecionados por Davi Arrigucci Junior, ensaísta, crítico e professor de Literatura da USP.

A coletânea, que contém poemas de 13 livros de José Paulo, inicia com poemas do livro “O aluno”, lançado em 1947, inspirado em autores como Manuel Bandeira, Pablo Neruda, Carlos Drummond, entre outros. Deste livro estão presentes os poemas “Canção do afogado”, “Drummondiana”, “Balada”, “O poeta e seu mestre”, “Muriliana” e “O aluno”.

Do livro “Cúmplices”, publicado em 1951 e dedicado a esposa do autor, Dora, estão presentes os poemas “Madrigal”, “Canção sensata”, “Pequeno retrato”, “Poema circense”, “Ode pacífica” e “Epigrama”.

Do livro “Novas Cartas Chilenas” (1954) que mergulhar em nossa história, resgatando os tempos das navegações, o rei, a escravidão indígena e africana, foram selecionados os poemas “A cristandade”, “Ode prévia”, “Os navegantes”, “A carta”, “A fuga”, “A mão-de-obra”, L’affaire sardinha”, “Palmares”, “Cem anos depois” e “Porque me ufano”.

Do Livro “Epigramas” (1958) de cunho sarcástico, foram selecionados os poemas Ivan Ilitch, 1958”, “Poética”, “Il poverello”, “A Edgar Alan Poe”, “Bucólica”, “Baladilha”, “e “A Clausewitz”.

Da obra “Anatomias” (1967) foram escolhidos os poemas “O poeta ao espelho, barbeando-se”, “Epitáfio para um banqueiro”, “À moda da casa”, “De senectude”, “A Maiacóvski”, “Trova do poeta de vanguarda ou The medium is the massage”, “Epitalâmio”, “Ocidental”, “Anatomia da musa” e “O suicida ou Descartes às avessas”.

Ainda há poemas das obras “Meia Palavra” de 1973, “Resíduo” de 1980, “Calendário Perplexo” de 1983, “A poesia está morta, mas juro que não fui eu” de 1988, “Prosas seguidas de odes mínimas” de 1992, “A meu esmo” de 1995, “De ontem para hoje”, de 1996 e “De Socráticas” publicado postumamente.

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