Atualizado em: 14 setembro 2011


I-Juca Pirama - Resumo

Veja neste artigo, o resumo do poema “I – Juca Pirama” de Gonçalves Dias
I – Juca Pirama, de Gonçalves Dias, é “apenas” um poema dentro da obra Últimos Cantos (1848 e 1851), mas, por ser considerado um dos mais elaborados poemas do período do Romantismo brasileiro, destaca-se de forma surpreendente.

O título, escolhido por Gonçalves Dias para representar sua obra, é da língua tupi e significa “o que há de ser morto, e que é digno de ser morto. O poema tem raízes indianistas e, por fazer parte do estilo romântico, expressa o sentimentalismo e o lirismo da alma do poeta.

A obra é narrada em terceira pessoa por um índio da tribo timbira que, incumbido de disseminar as lendas da tribo ás gerações futuras, relata a história do índio tupi que deveria ser comido em um ritual devido sua coragem e bravura.

A história é contada em 10 cantos.

Resumo

No Canto 1, o autor apresenta a tribo Timbira aos leitores e descreve o cenário em que vivem.

No Canto 2, a aflição e a agonia do índio tupi que será sacrificado em um ritual canibalístico da tribo dos timbiras são o mote da narrativa.

No Canto 3, a personagem Juca Pirama, guerreiro tupi, é apresentada.

No Canto 4, Juca Pirama é aprisionado pelos timbira e clama por clemência.

No Canto 5, percebendo o desespero de Juca Pirama, os timbira acreditam que o guerreiro não é corajoso o suficiente para participar do ritual e desistem.

No Canto 6, Juca Pirama volta para casa, mas o pai descobre o que houve e, juntos, retornam aos timbiras para resolver a humilhação sofrida.

No Canto 7, o chefe dos timbiras não aceita o ritual pois considera os tupis, um povo fraco.

No Canto 8, o pai maldiz o filho, supostamente covarder.

No Canto 9, Juca Pirama, envergonhado, declara guerra e derrota a todos.

No Canto 10, o narrador rende-se ao poder da tribo tupi.

 


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