Atualizado em: 6 julho 2011

Biografia de Fagundes Varela

Considerado um dos maiores poetas brasileiros, Virella ficou para história. Saiba mais sobre sua vida

Famoso escritor de poesia brasileiro, Luís Nicolau Fagundes Varella nasceu em Rio Claro – Rio de Janeiro – no dia 17 de agosto de 1841 e faz parte da história da literatura brasileira por seus livros terem bastante importância, além de fazer parte da Academia Brasileira de Letras.

De famílias ricas e fluminenses, o poeta é filho de Emiliano Fagundes Varella e de Emília de Andrade. Estudou Direito, passando por duas faculdades uma em São Paulo e outra em Recife, mas desistiu antes mesmo de terminar o curso, mais especificamente no seu quarto ano. Motivo da desistência? Seu grande interesse pela literatura. Em 1861, publicou seu primeiro livro de poesias, “Noturnas”. Dois anos depois, “O Estandarte Auriverde”.

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Início de sua carreira como poeta, nem imaginava que seria um dos maiores expoentes da literatura em sua época.

Quando completou seus 21 anos decide-se casar com uma artista, mas não uma artista que havia o reconhecimento de seus pais, Alice Guilhermina Luande, nome da escolhida, era artista de circo. Foi o que bastou para ser um escândalo na família de Varella.

Logo o casal teve seu primeiro filho, mas acabou morrendo aos três anos de idade, o que causou grande tristeza aao escritou levando-o ao alcoolismo e à boemia, mas foi a inspiraão para escrever o poema “Cântico do Calvário“. Logo depois vieram “Vozes da América” (1864) e “Cantos e Fantasias” (1865).

No momento em que vivia, resolveu terminar sua faculdade de Direito, mas como aconteceu no início de sua, desistiu. Foi o período em que sua esposa faleceu.

Esteve de volta a Fazenda em Rio Claro, conheceu e logo casou-se com sua prima Maria Belisária de Brito Lambert. Neste casamento, Varella teve mais três filhos, duas filhas e um filho, filho este que também acabou falecendo, mas desta vez, prematuramente.

Em 1870 foi morar até o fim de sua vida em Niterói, onde vivia na boemia carioca, bebendo e escrevendo. Passou a ser mantido pelo pai e a frequentar o campo, a natureza, que era onde realmente se sentia bem, en então, aos 33 anos de idade, em 1875 faleceu um dos maiores poetas brasileiros.

Obras:

  1. Noturnas – 1861
  2. Vozes da América – 1864
  3. Pendão Auri-verde – poemas patrióticos, acerca da Questão Christie.
  4. Cantos e Fantasias – 1865
  5. Cantos Meridionais – 1869
  6. Cantos do Ermo e da Cidade – 1869
  7. Anchieta ou O Evangelho nas Selvas – 1875 (publicação póstuma)
  8. Diário de Lázaro – 1880

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