Atualizado em: 22 julho 2010

Faculdade Anhanguera

Oferece aos seus alunos uma sólida base de conhecimentos, competência e habilidades com vistas a desenvolver uma aprendizagem significativa, capacitando-os para implementar seus projetos de vida.

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A Anhanguera está com as suas inscrições abertas para vários cursos e o vestibular será no dia 15 de agosto.

Inclusive você pode optar pelos cursos a distância.

Acessem site www.vestibulares.br e obtenha todas as informações necessárias.

Poucos setores têm se transformado tanto no Brasil quanto o de ensino superior privado. O sinal mais claro disso é a recente entrada das universidades na bolsa de valores. Quatro grupos já abriram seu capital e logo virão pelo menos mais três, entre eles o Iuni (do Centro-Oeste), o Maurício de Nassau (o maior do Nordeste) e o Veris Educacional, ao qual pertence o Ibmec.

O presidente do Veris, Eduardo Wurzmann, resume a motivação comum a essas empresas: “Não há maneira melhor de patrocinar a expansão das universidades”.

Redes de ensino superior não é uma novidade no país.

Elas surgiram cerca de dez anos atrás.

Com a bolsa, agora, ganham um novo e decisivo impulso.

O ingresso das faculdades no mercado de capitais não provoca apenas uma mudança fundamental na condução desse tipo de negócio no país.

Pode representar, também, um avanço para os alunos.

Foi o que se viu nos Estados Unidos, onde as universidades começaram a aventurar-se na bolsa quinze anos atrás.

A breve experiência brasileira aponta para o mesmo tipo de ganho: mensalidades mais baixas, avanços na infra-estrutura e, por vezes, até a melhora do ensino.

Ao abrirem o capital, as universidades juntam dinheiro para esparramar-se por vários endereços e logo se transformam em redes de ensino, nas quais tudo é pensado em grande escala.

Na prática, nenhum funcionário vai mais à loja vizinha comprar papel e tinta ou uma impressora nova.

Esses artigos são encomendados aos milhares, o que reduz os custos.

Torna-se possível, por exemplo, a compra de equipamentos para um laboratório pela metade do preço daí as chances de a infra-estrutura melhorar.

Com esse tipo de economia, a margem de lucro de uma faculdade, que normalmente beira os 7%, chega a 20%.

É por isso que grupos que entraram na bolsa, como Anhanguera e Estácio de Sá, conseguem cobrar mensalidades até 50% mais baixas.

O grupo americano Laureate foi o primeiro a se tornar sócio de uma universidade brasileira, a Anhembi Morumbi, em 2005.

Na semana passada, o igualmente americano Apollo, o maior grupo de ensino do mundo, ofereceu 2,5 bilhões de reais pela Universidade Paulista (Unip), do empresário João Carlos Di Gênio.

É a maior proposta já feita nesse mercado.

Mais um sinal de que a educação no Brasil se tornou não apenas um bom negócio, mas um negócio diferente.

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