Clarice Zeitel no Paparazzo

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clarice zeitel semi-nua, sem roupa, paparazzo

Clarice Zeitel Semi-nua no Paparazzo

Clarice Zeitel chama a atenção de meninos e marmanjos nas tardes de sábado, quando surge dançando no estúdio do Carldeirão do Huck.

Mas não é só pelos atributos naturais que esta morena de 26 anos se destaca: em junho passado, a moça esteve em Paris para receber um prêmio na sede da Unesco, na capital francesa.

“Meu sonho era conhecer Paris e eu fiquei cinco dias solta na cidade, foi bom demais”, conta a morena.

Agora, a moça se prepara para fazer a prova da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e já estuda para concurso público. Seu sonho, ela garante, está distante dos palcos. Clarice quer mesmo é se tornar defensora pública.



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Postado por Webmaster, em 18/07/08 às 10:04 am

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1 Comentário


  • Ame Fundação Mundial de Ecologia — 09/09/08 às 5:17 pm

    Clarice abordou bem o tema em “Pátria Madrasta Vil”, mas ela apenas destaca a ponta do iceberg e não o iceberg em si, que é a forma antidemocrática do modelo político atual, centralista, irracional e plutocrático. Vamos além, fazendo coro às determinações finais de Mílton Santos (geógrafo) de que precisamos revirar tudo !de baixo para cima”, como no texto a seguir: Desperta povo brasileiro do sono letárgico, reanima teu espírito para a conquista dos verdadeiros valores sócio-ecológicos, a fim de construirmos a Pátria equilibrada, democrática e justa!
    Ao povo brasileiro.
    eleitores e candidatos
    Aos que não sabem em quem votar
    Aos poucos, que ainda não se vergaram às ilusões e interesses
    mesquinhos de nossa curta passagem pela Terra!

    A hora e a vez dos municípios

    Ame-Fundação Mundial de Ecologia apresenta, neste manifesto, o único modelo humanista: Confederação e Cidade-Estado, pra que tenhamos desenvolvimento sustentável com justiça social

    Ao invés de reivindicações, que são sempre de autoria dos munícipes, a Fundação Mundial de Ecologia (AME) apresenta um projeto de real validade para mudança total da forma de governo e do modelo político brasileiro, pois é chegada a hora e a vez dos municípios. (pág.3)

    Todo cidadão, mesmo de mediana inteligência já percebeu que, em verdade o BRASIL atual tem Três Poderes, contudo, os que governam são outros, uma vez que agem em uma seqüência lógica e desumana, ou seja, da seguinte forma: o Ministério Público e/ou a imprensa levanta os problemas, e o poder econômico manipula a opinião pública via imprensa com matéria em horário nobre que somente eles podem pagar. E assim, forma-se uma falsa opinião pública, usando técnica tendenciosas, daí os resultados desastrosos, como até então tem acontecido.

    Nesta, e nas próximas eleições (ainda), deveremos pensar seriamente sobre a nossa ação para que tenhamos um país verdadeiramente democrático, consequentemente independente, forte, justo e ecologicamente correto. Chega de justiça espetáculo. Chega de pão e circo. Chega de salvadores da pátria.
    Já dizia o grande RUI BARBOSA que, praticamente não há democracia entre nós, pois o POVO nunca esteve e até hoje ainda não está no poder. quem nos governa são grupos econômicos, habilmente representados por uma elite plutocrática (gente rica), encravada nos partidos políticos, plena de vícios, como se estivesse ainda praticando a política do século XVII ou, quando muito, do século XVIII.

    A prova disso são as grandes bancadas no Congresso Nacional, alimentadas por um cruel corporativismo, quais sejam: bancada religiosa, ruralista, da febrabam, da fiesp, da indústria farmacêutica, da indústria automobilística, de autopeças, da magistratura, da polícia civil e militar dentre tantas outras.

    MUNICÍPIO, que é a célula-máter da NAÇÃO, continua impedido de dar seu grito de liberdade a fim de ser administrado eficientemente como a COMUNIDADE espera e tem direito, pois vivemos hoje uma farsa democrática, dentro de uma federação arcaica, caduca, rançosa, truculenta e coronelística.

    Sabe-se que a produção e serviços que fazem o PROGRESSO NACIONAL são gerados no MUNICÍPIO, mas este continua de chapéu na mão, a buscar subsídios e libertação econômica junto ao Estado e também junto à Federação. Esta, por sinal, contenta-se com a moldura política atual, manobrada por caciques que enriquecem às custas do desenvolvimento municipal.

    Estado e Federação nada produzem, sugam o município, bem como impedem o verdadeiro avanço democrático das cidades e o pleno exercício da cidadania, a que outorga DIGNIDADE AO POVO.

    Urge mudar, mas as forças econômicas e políticas enquistadas em seus castelos de poder, não apontam caminhos alternativos para o verdadeiro desenvolvimento sustentável com justiça social. Repetem os mesmos chavões dos séculos passados, iludem a população, manipulam a mídia, fazendo com que todos acreditem nas reformas que nunca chegam…

    É chegada a hora, nestas eleições, de mandarmos para o Legislativo e o Executivo seres humanos com propensão para o Bem, a Verdade e a Ética; só assim poderemos desfraldar esta bandeira humanista por um Brasil autêntico, sugerindo o mais salutar e digno plebiscito nacional pela reforma do sistema federativo por uma CONFEDERAÇÃO, onde os Estados tenham autonomia suficiente para administrar seus territórios de maneira sadia e patriótica, na busca da lisura administrativa pelo bem de nosso povo.

    Por outro lado, o plebiscito deverá contemplar, ainda, o modelo CIDADE-ESTADO para que os municípios decidam seu próprio destino, respeitando, obviamente as regras das Constituições Estadual e Nacional.

    E só assim a Ciência e a Tecnologia estarão a serviço da Comunidade, num esforço surpreendente para arrancar o país das trevas do subdesenvolvimento escravocrata a que estamos compelidos pela Federação, que precisa mudar. Como dizia o saudoso geógrafo Milton Santos: mudar “de baixo para cima”, revisando os valores de nossa cidadania e plasmando um tipo de governo seguramente comprometido com o desenvolvimento municipalista sustentável e também com justiça social.

    Fora disto, tudo é balela, blá-blá-blá, nhenhenhem, e acomodação, que sempre contentam os que dominam o mercado econômico-financeiro e fazem das eleições apenas uma negociação, uma escada para chegar ao poder.

    Da sua parte, se você é candidato ou eleitor, assuma o compromisso de trabalhar por um plebiscito que dê realmente cidadania e dignidade, além de justiça social, ao povo brasileiro!

    O escopo deste manifesto é a busca do equilíbrio total, a paz, a justiça, o bem-estar físico e psíquico da comunidade:

    1º Todos os seres, espécies e ecossistemas são obras da Criação Cósmica (Deus), sábia e paciente.

    2º A morada Terra é nosso lar transitório, cumprindo-nos protegê-la para a continuidade da vida no planeta.

    3º Organizados em grupos, tribos, povos e raças, somos compelidos a viver e conviver de acordo com sistemas e convenções que a época nos determine, porém, com o máximo de dignidade.

    4º Cada nação ou país, dependendo de seu avanço moral e técnico, é livre para escolher formas e modelos de governo que melhor lhes apontem o caminho do eco-desenvolvimento, aliado ao progresso coletivo com melhor qualidade de vida e justiça social.

    5º A tendência natural dos povos é elevar-se física e espiritualmente, através de processos pedagógicos e eco-políticos, a fim de encontrar soluções para seus problemas

    6º O desenvolvimento material é apenas parte do todo, mas deve-se buscar primeiramente os caminhos que formam a base moral, dentro da mais pura ética e do amor fraterno

    7º Deve-se envidar esforços para que o Brasil se transforme numa Confederação e os Estados, uma vez libertos do jugo central liberem os municípios para instituição das Cidades-Estados, em contraposição ao sistema atual, direcionando estudos e pesquisas com vistas à reorganização social que aperfeiçoe o regime republicano.

    8º A base do modelo Cidade-Estado é a família que, reunida, origina o Conselho Celular. Os Conselhos Celulares compõem os Magnos Conselhos Municipais, onde tudo é discutido, analisado e decidido, em termos de poder funcionar como órgãos auxiliares da administração pública local

    9º Os Estados, uma vez confederados, terão sua própria Constituição, obedecendo, obviamente a Carta Magna da nação, para que se evite qualquer tipo de separação ideológica ou mesmo geográfica do território brasileiro.

    10ºOs Magnos Conselhos Municipais, juntamente com as Câmaras Legislativas, escolherão os deputados estaduais enquanto que as Assembléias Estaduais votarão nos deputados federais, gerando, assim, a mais perfeita Democracia, a que respeita integralmente os Direitos Humanos, condição fundamental para termos auto-estima, cidadania e dignidade.

    A defesa da Ecologia será mais efetiva com a descentralização administrativa da nação!
    Ajude a divulgar este manifesto

    Por Um Brasil Municipalista
    Por Um Brasil Comunitariamente Sustentável
    Pela Democracia com a mais lídima Justiça Social

    AME-Fundação Mundial de Ecologia – http://www.ecologia.org.bramefundacao@uol.com.br
    Cotia-SP/Brasil – agosto, 2008.

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