Atualizado em: 15 fevereiro 2011

Trote de Faculdade

É comum encontrarmo-nos, na vida, em muitos momentos de impasse. Saber como reagir a um trote do ingresso no ensino superior é uma das mais conflitantes, senão uma das mais amedrontadoras. Como saber o que fazer sem saber de todas as opções? Como não participar, uma vez que você simplesmente não o quer? Como não me preocupar com isso?

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Uma das primeiras coisas a se fazer é certificar-se de suas opções. Mesmo daquelas que, primeiramente, parecem longínquas demais. Observe que ninguém é obrigado a fazer o que não quiser fazer. Caso você não queira participar de um trote e isto lhe cause maus tratos ao longo do seu curso, lembre-se que a faculdade é um ambiente para todos os grupos e, certamente, você encontrará o seu. Considere também a possibilidade de participar do trote, caso ele não viole nenhuma condição ou regra própria nem da Lei Federal, é claro. Jamais se submeta a perigos sexuais ou físicos de qualquer espécie, denunciando quaisquer violações de direito pessoal e de terceiros no que concerne a abusos, humilhações e/ou agressões psicológicas e corporais.

A entrada na faculdade é um rito de passagem de respeito. Trotes mal realizados podem ocasionar ansiedade, exclusão e culpa prolongada. Algumas universidades têm oferecido trotes alternativos, como os trotes culturais e/ou “solidários”. Certifique-se de que a sua não oferece estas escolhas e lembre-se de que, mesmo assim, a participação jamais deve ser obrigatória.

Leonardo Telles Bigio

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