Atualizado em: 23 setembro 2011

1,3 mil árvores serão cortadas do câmpus da USP Butantã

De acordo com os responsáveis pela instituição USP Butantã, o motivo de corte destas árvores, é para que seja concretizado o projeto que desde 2001, já está para sair. O projeto é para que haja o espaço suficientes para a construção dos museus e o aumento de benefícios no local.
1,3 mil árvores serão cortadas do câmpus da USP Butantã

Foto: (Estacionamento próximo ao câmpus da USP Butantã)

Todos nós sabemos, estudar, é algo muito importante para todos, porém, não se sabe ao certo, quando é que as medidas reais são tomadas e assim vai. Na verdade, seja para qualquer sentido, é necessário estarmos por dentro de qualquer assunto.

Existe a USP – Universidade de de São Paulo – Zona Oeste, no qual, foi dito algo um uma nota nesta sexta-feira sobre as árvores que estão por lá.

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O corte das árvores na USP

De acordo com informações, algumas áreas verdes ao redor do câmpus da capital paulista, vão perder um pouco o seu espaço, algumas das milhares de árvores existentes, irão ser cortadas do local, sendo elas, um total de 1.328 árvores removidas para os próximos meses.

Para quem não conhece o espaço, não estuda lá, ou enfim, não sabe como é, podem estar certos, é um local maravilhoso. Uma bela mata, localizada a um Parque Trianon ou da Aclimação, este será o novo espaço, no qual um conjunto de museus planejados pela reitoria desde 2001 será finalmente posto em prática. O corte é um dos maiores aprovados neste ano pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente.

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Imaginem só, o local é enorme, no entanto, a ideia do desmatamento parecido com este, já ocorreu uma vez, onde então, toda a obra de duplicação da Marginal do Tietê em 2009 derrubou cerca de 800 árvores, pouco mais da metade do que será cortado na USP. De acordo com a nota divulgada hoje, a  universidade será obrigada a manter ao menos, um total de 210 ávores no local, e tem mais, além disso, deverá ter que plantar outras 6 mil mudas no local.

“O problema é que serão cortadas árvores adultas, robustas, que trazem um grande benefício para o clima daquela região. Já essas mudas só trarão efeito similar daqui a 20 ou 30 anos”, disse o ambientalista Carlos Bocuhy.

O espaço, onde serão cortadas as árvores, está ao lado da Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia, bem próximo da Avenida Corifeu de Azevedo Marques. Para Bocuhy, segundo informações, é um local inadequado para uma obra desse porte. “Existem várias outras áreas na USP com bem menos árvores, que trariam um impacto muito menor.

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Pela lógica, todos nós sabemos, as árvores são as coisas mais valiosas para a saúde e vida do ser humano. Consideradas como a melhor forma para se respirar um bom ar, é algo que está à cada dia mais nos ajudando a viver.

O projeto da USP

Tendo como meta, não só em formalizar algo que irá trazer muitos benefícios para as pessoas, mas também, em trazer as melhores e maiores oportunidades para os que moram e passam pela região, a USP irá erguer um local, chamado “Parque dos Museus”, um conjunto de 53 mil m² projetado pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha que será sede do Museu de Arqueologia e Etnologia e do Museu de Zoologia.

Segundo o diretor, , Thiago Aguiar, ele afirma que não houve qualquer tipo de intervenção para que este ato fosse adiado, no entanto, afirma que não houve discussão sobre o local escolhido pela reitoria para se erguer as novas sedes dos museus. “Esse plano de construção de novos prédios, que vai gastar R$ 240 milhões dos cofres públicos, não foi nada democrático.

Para finalizar, o projeto faz com que a universidade USP, afirma, o projeto é importante para a comunidade acadêmica, uma vez que vai aproximar o Museu de Zoologia à Cidade Universitária – hoje, ele funciona no bairro do Ipiranga, na zona sul – e aumentar a área disponível para as exposições. A previsão de inauguração é em 2013.

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