Atualizado em: 20 julho 2010

Reforma do sistema financeiro americano 2010


O sistema financeiro do país mais rico do mundo vai passar por reformulações. Assim foi votado e promulgado no senado americano.

O Voto

O Senado dos EUA aprovou a mudança no sistema financeiro americano por 60 votos a favor e 39 contra, seno que estas mudanças, em boa parte, vão alcançar mais o centro de Wall Street que diga-se de passagem, desde a Grande Depressão, em 1930, foi o centro financeiro quem elegeu um democrata para a presidência como foi o caso de Barack Obama.

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Meta

A mudança tem como meta evitar outra crise como a que afetou a maior parte dos mercados mundiais entre 2008 e 2009, quando impõe limites à capacidade dos bancos de fazerem investimentos especulativos arriscados.

Para e lei ser vingada foi preciso o apoio de alguns republicanos, pois, a lei altera desde a dinâmica dos negócios com cartões de débito até as negociações com derivativos. Mas, são os grandes bancos quem devem ter maiores reflexos da nova lei.

Ganha o Consumidor

Com a aprovação desta lei, vai ganhar o consumidor, além de dar mais condições para os reguladores agirem sobre empresas com dificuldades financeiras, além de limitar uma série de operações financeiras de risco de tal maneira que podem impactar o lucro dos grandes bancos.

Mudanças

O texto também prevê a criação de um órgão de proteção ao consumidor financeiro no Fed, impedindo o resgate de grandes instituições financeiras às custas dos contribuintes.

Entre as outras medidas destacadas do projeto está uma disposição para um melhor controle do imenso mercado dos produtos derivativos. Essas ferramentas especulativas estiveram no centro da última crise financeira nos Estados Unidos.

A lei de reforma do sistema financeiro dos EUA exige que os fundos de hedge e de private equity sejam registrados na Securities and Exchange Comission (SEC, a comissão de valores mobiliários dos EUA) como consultores de investimento.

Isso obrigará essas instituições a manter registros sobre itens como negociações, alavancagem extrapatrimonial e exposição ao risco de crédito de contraparte que estarão sujeitos a inspeções por parte da SEC.

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