Atualizado em: 13 setembro 2012

Redução na conta de luz: Entenda como vai ser

A redução nas contas de luz, deverá impactar diretamente no crescimento econômico do País, reduzindo custos e aumentando a competitividade.
Você Sabia?
Que em nota o presidente da Fiesp e da Ciesp, Paulo Skaf, enfatizou que o País não pode mais conviver com a terceira tarifa mais cara do mundo e que a entidade vem trabalhando pela redução no preço na energia, por meio da campanha Energia a Preço Justo.

Com uma das maiores tarifas do Mundo, Dilma promete redução nas contas de energia elétrica do Brasileiro

Com uma das maiores tarifas do Mundo, Dilma promete redução nas contas de energia elétrica do Brasileiro, que sofre com altas taxas de impostos que incidem nas contas. A proposta de alívio inicial, está na casa de 16,2% para domicílios, e até 28% para industrias.

Apesar dessa promessa, uma discussão sobre o assunto começa a ser debatida, já que os especialistas querem maior redução, pois as altas dos últimos anos, foram desproporcionais ao padrão econômico do Brasileiro.

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Sobre a Redução de Energia

A redução que ainda deve ter alguns debates, está prevista somente para o início de 2013; enquanto isso o Brasileiro ainda terá o sofrimento de pagar essa alta conta. No pronunciamento realizado na última quinta-feira (06), a Presidente Dilma Rousseff expôs que o Brasil se prepara para uma nova evolução de crescimento econômico. A diminuição nas contas virá em duas formas: Uma com o PIS-Cofins, que deixarão de incidir nas faturas, além de alguns outros encargos setoriais que também terão a exclusão. A outra medida está vinculada a renovação das concessões das hidrelétricas, que vencem em 2015, e já tiveram investimento pago ao longo dos anos, gerando para este momento uma energia mais barata.

Essa redução na energia elétrica, é um dos grande sonhos de momento da indústria, que já enxerga um aquecimento da economia, e também serve para ajudar no combate da inflação, que teve um forte aumento no mês de Agosto, fechando em 0,41%, taxa superior aos últimos cinco anos. Na média que deve ser concedida de redução para os setores de produção, que pode ficar em 28%, a expectativa mesmo com um valor não tão justo, é de 20%.

O Brasil como um todo, paga valores exorbitantes pela energia elétrica, e no setor industrial nosso país está classificado na terceira colocação entre os países que mais pagam pelo bem, totalmente desproporcional para uma nação que está chegando ao padrão de primeiro mundo, somente agora.

Custos de energia elétrica que as industrias do Mundo tem, em valores R$ por megawatt hora:

  • Itália: 458,3
  • Turquia: 419
  • República Tcheca: 376,4
  • Rio Grande do Sul: 331 (Local com maior custo no Brasil)
  • Brasil: 329
  • Chile: 320,6
  • México: 303,7
  • El Salvador: 301,3
  • Cingapura: 271,7
  • Portugal: 260,8
  • Japão: 224
  • Grã-Bretanha: 215,4

Mais informações acesse veja.abril.com.br

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