Atualizado em: 16 setembro 2011

Crise de 2008: Entenda como ela influenciou a vida dos brasileiros

Em 2008, houve uma seria crise, algo que, até hoje, as pessoas comentam em qualquer que seja o local onde você vai. No início, sempre entendemos pouco, e até que as coisas aconteçam e sejam realmente solucionadas, ai sim, podemos saber algo de concreto.

Tudo sobre a crise:

A Crise de 2008

Na época em que a crise dominou e abalou as estruturas do mundo, nem todos se deram mal, porém, os que se deram, até hoje sofrem com dívidas e por aí vai. Como o (IPI) – Imposto sobre Produtos Industrializados, teve uma queda na época, muitas pessoas se enfiaram em dívidas absurdas, pensando em se dar bem pelo fato dos juros abusivos não estarem influenciado nas compras que seriam feitas, mas o problema da crise não ajudou muito não.

Nesta crise que ocorreu entre o final de 2008 para o começo de 2010, na época, todas as lojas de automóveis e eletrodomésticos, se manifestou fazendo grandes promoções, ou seja, como todos já sabiam que, o valor de produtos e veículos de ambas categorias já tinham baixado, com certeza, a venda seria grande não é mesmo, pois bem, nem tudo ainda está mil maravilhas para os que correram as concessionárias e as lojas, ainda está bem.

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Sobre a Redução do IPI

Com a redução do IPI naquela época no caso, nem tudo o que se imagina, conseguiu se superar, mas é claro, todos gastaram bem. Existem três tipos de coisas que os brasileiros mais gastam anualmente, sendo elas, veículos, eletro domésticos, e inclusive, os materiais de construção, algo que, nem sempre é necessário, porém, gastam! Enfim, para fechar esta época, foi sim, com certeza, a melhor, para se comprar algo que já fora planejado.

Da mesma forma em que as pessoas estavam comprando absurdos de coisas, sendo elas, carros, motos, e eletrodomésticos, de uma coisas vocês não sabem, investidores em geral, de todos os países do mundo, estavam cancelando alguns projetos de aplicações em ações, e as que já estavam aplicadas no mercado, eles estavam tirando também, isso tudo, após a crise de 2008 que estourou os bancos nos Estados Unidos, ter movido o tal assunto de redução.

Na época, houveram alguns reflexos, por parte  do sistema financeiro que é interligado em todo o mundo, no qual a baixa do IPI influenciou bastante no mercado. Se não sabem, um total em média d 20 a 25% do crédito oferecido em nosso país é vindo de fora, com isso a inadimplência de pessoa física acabou acarretando um grande juros novamente, algo que já se encorporou novamente no preço dos produtos.

A Alta do Dólar

Como todos sabem, o dólar a cada diz, tem se mostrado a dua variável fase, e tem mais, é como se fosse no Brasil, se o valor do real tivesse uma grande influência para eles, como o dólar tem para nós, com certeza a situação de IPI seria outra, enfim, quando há algum tipo de queda, ou alta na moeda, as inflações tem a tendência em aumenta, como também podem cair.

No início da crise, o dólar tinha aumentado bastante, na época, no ano de 2008,  o câmbio, que estava em cerca de R$ 1,60 em agosto de 2008, chegou cerca de R$ 2,40 em dezembro do mesmo ano, imaginem só, hoje, nem perto do valor chega, na época foi um grande prejuízo. Além disso, o dólar alto também prejudicou consumidores que pretendiam viajar para o exterior, além de quem queria adquirir produtos importados.

O Estímulo do Governo

De frente com vários problemas e situações desesperadoras em alguns casos, a crise foi algo que acabou com muitos projetos, no entanto, após muitos créditos, estarem escassos no mercado, o governo acabou injetando grandes projetos de incentivos e motivacionais na economia, isso tudo, para que o aumento de consumo voltasse ao normal no país, ou seja, as pessoas já conseguiam mais comprar as coisas tão barato assim.

Entre as medidas estavam a redução da alíquota do depósito compulsório dos bancos (parcela de recursos que os bancos precisam recolher no Banco Central e não podem emprestar aos clientes), seguindo também, as situações, como a redução do (IPI) para automóveis, construção civil e eletrodomésticos.

Houve uma criação do Programa de Sustentação do Investimento (PSI), redução do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF), onde ocorreu as diversidades e formatos nas alterações de cobranças do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) e estímulo ao crédito em bancos públicos.

Com isso, resumidamente falando, o governo teve, uma reflexão em relação ao pacote de incentivos importantes para manter a economia aquecida, enfim, houve oi retorno de investimentos, a população teve acesso a bens como automóveis e eletrodomésticos a melhores preços, o que estimulou as vendas e, consequentemente, manteve o crescimento do país e colaborou para a criação e manutenção de postos de trabalho.

A Redução dos Juros no País

O que as pessoas mais querem diariamente é, a redução de valores, e a queda nos juros que, dependendo do que for comprar, não compensa de maneira alguma. Segundos as pesquisas, entes mesmo da crise de 2008, o (BC) Banco Central, vinha com o um certo aumento em relação aos juros.

Do Mês de setembro de 2008, a taxa de juros, conhecida como (Selic) parou de subir, mas foi mantida em 13,75% ao ano, até cair para a mínima de 8,75% entre o final de 2009 e o início de 2010. Após a retomada do crescimento e consumo, os juros novamente começaram a subir, isso até o patamar de 12,5% ao ano até agosto deste ano.

No final de agosto, dia 31 de agosto, o (Copom) – Comitê de Política Monetária do BC voltou a reduzir os juros a 12% ao ano, por conta da expectativa de desaquecimento da economia por conta da crise internacional, enfim, isso tudo, tornou algo como um vai e vem na parte financeira.

Em seu resumo na época, a redução e queda de juros, se tornou algo que serviu como estímulo ao crédito no país, e assim sendo, tornou-se parte de grandes investimentos pelas empresas que realmente se interessam pela parte da economia.

O Crescimento do Brasil

Crescer e aparecer, esta é a meta do país, seja em qualquer sentido, as pessoas prezam muito pelo assunto econômico. Pouco tempo, após a crise, algumas medidas, foram tomadas.

O governo brasileiro em 2009 fez com que o problema fosse equilibrado e conseguisse atravessar a crise sem que houvesse um grande impacto. Mesmo agindo de tal forma, a economia do país, registrou o recuo total de 0,6%. Em 2010, contudo, o país cresceu 7,5%.

Resumindo este crescimento, houve um reflexo no qual o crescimento do país, em alto nível, e no mesmo ano, possibilitasse a manutenção e criação de novos postos de trabalho, sendo assim, toda a população foi estimulada ao consumo, garantido a sobrevivência das empresas e, consequentemente, de investimentos.

A Inflação

Como todo consumidor, temos como obrigação, e por pagarmos as contas em dia, estar atualizados em relação aos valores, aumento e queda da Inflação, algo que, se formos pensar bem, dependemos muito, par se dar bem, e evitar dívidas na hora de comprar.

Em relação a crise, o pacote de estímulo, como já citamos antes, acabou colaborando bem mais, com o aumento de preços. No caso, houve uma grande influência por parte da chamada demanda, neste caso, há mais pessoas interessadas em gastar, consumidores na febre de compra, do que os produtos disponíveis no Brasil.

Para que entendam melhor, desde que a crise começou, um outro fato por causa da alta da inflação, não está interligada à crise de 2008, porém, há sim, o crescimento de países em desenvolvimento e pela demanda de commodities no mundo. Segundo o site G1, o aumento dos preços acaba por ‘comer’ parte da renda para o consumo. Em longo prazo, pode causar o desaquecimento da economia.

A Valorização do Real

Com certeza, vocês devem ter tido algum resultado sobre estas questões da crise não é mesmo, bem! sempre que forem tomar algum tipo de atitude, estejam cientes, a crise financeira, é algo assustador, tanto o consumidor, quanto o dono das lojas, comércios e empresas, todos saem perdendo.

Sobre a alta do dólar, consequentemente o real também teve algumas mudanças em seu valor. O dólar desde a crise de 2008, se manteve apenas nos meses seguidos ao estopim da crise. Com a boa resposta do Brasil ao cenário externo, o país ganhou força e atraiu capital internacional, por meio de investimentos externos.

Com relação a direção e envolvimento de câmbio, algumas situações mudarem realmente, no entanto, resumindo, a a valorização do real frente ao dólar se tornou algo muito fluente, nesta parte, a entrada de recursos externos foram as altas taxas de juros do país.

Tendo maiores e grande números da moeda dólar no país, o real tende a valorizar mais, além disso, o dólar tende a cair em relação à moeda dos principais países do mundo porque a própria economia dos EUA está em desaceleração, e o governo norte-americano está injetando dólares no mercado.

Conclusão

O que resta da crise, bem, há vários tipos de mudanças, que, enfim, acabaram dando novos rumos aos consumidores. O real valorizado tem colaborado no combate à inflação, ou seja, é algo positivo, sendo assim por sua vez que barateia a entrada de produtos importados no país e ajuda a atender a demanda interna, e para os que adoram comprar não só no país, como em outros lugares à fora, esta alta também vai ajudar no fatores como viagens de brasileiros ao exterior.

Andando desta forma, a moeda forte prejudica a competitividade das empresas nacionais, tanto nas exportações como na concorrência com produtos importados dentro do Brasil, o que pode causar diminuição de postos de trabalho e de investimentos, enfim, tudo isso, tirado e analisado sobre as questões levantadas sobre a crise!

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