Atualizado em: 28 fevereiro 2011

Corte no orçamento derruba ações das construtoras

Corte no orçamento derruba ações das construtoras

O anúncio do corte no orçamento para 2011 feito pelo governo federal não caiu bem nas bolsas de valores e fez os papeis das construtoras e incorporadoras sofrerem uma queda generalizada na tarde desta segunda-feira (28), fazendo o índice setorial IMOB despencar 2,9%.

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Rossi Residencial, Cyrela Brazil Realty, Gafisa e Brookfield Incorporações recuavam entre 2,6 e 4,2%. A PDG Realty, maior construtora e incorporadora do país, cedia 3,8%.

O setor estava bastante animado com o programa “Minha Casa, Minha Vida 2” que previa orçamento de 12,7 bilhões de reais para este ano. Com o corte, o programa deixará de ter 5,1 bilhões de reais a sua disposição do total previsto anteriormente.

O Ministério das Cidades foi o mais afetado pelos cortes governamentais, responsável pelo programa habitacional, foi o mais afetado pelo corte.

Grande parte do corte refletiu diretamente sobre os recursos que haviam sido reservados para o programa “Minha Casa, Minha Vida 2“. Mesmo assim, o valor é maior em 1 bilhão de reais em relação ao ano passado, segundo a ministra do Planejamento, Miriam Belchior.

O programa habitacional “Minha Casa, Minha Vida” foi trazido a vida pelo governo Lula no final de março de 2009, com subsídios da ordem de 34 bilhões de reais, em meio à crise econômica global.

O “Minha Casa, Minha Vida“, focado nas famílias com renda de até dez salários mínimos, foi criado com o objetivo de fortalecer a economia e gerar empregos, além de diminuir a falta de moradias no Brasil (déficit habitacional).

Via Agência Brasil

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