Atualizado em: 28 junho 2013

A dificuldade de aceitar as diferenças - Como tratar

A Declaração Universal dos Direitos Humanos diz que todas as pessoas tem direitos iguais 9independente de sua raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição.
Você Sabia?
Que o preconceito leva à discriminação, à marginalização e à violência. Estas atitudes vem acompanhadas por teorias justificativas.
diferenças 1

preconceito surgiu, devido a diferenças entre duas pessoas,famílias,comunidades

Uma pessoa não é igual a outra, ou como diz a sabedoria popular “Ninguém é igual a ninguém”! Mas e como conviver pacificamente com o outro se ele tem uma etnia diferente da minha, ou a religião, time de futebol, partido político, opção sexual e assim por diante?

Se não formos hipócritas teremos de admitir que aceitar de bom grado o que é diferente de nós ou o que age diferente não é fácil. Afinal os seres humanos gostam de estabelecer rotinas, padrões, catalogar, rotular, enfim agimos como cientistas doutores da verdade, nossa verdade diga-se de passagem.

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Como Tratar

As pessoas ficam sem saber como tratar as pessoas que são ou se comportam diferente das outras e muitas nem sabem como tratar quem tem extrema dificuldade de aceitar essas diferenças. Mas a solução para os dois casos é a mesma: paciência, diálogo e flexibilidade.

Sim temos de ter paciência e ir introduzindo o diálogo no dia a dia da escola, da empresa, do clube, da nossa casa. Um diálogo com quem é ou age diferente e com a parte que tem dificuldade de aceitar as diferenças nos outros, para num segundo momento promovermos o diálogo com as duas partes juntas. Sendo que durante o diálogo com as partes já se faz necessário que se trabalhe com exercícios que promovam a flexibilidade mental e espiritual nas pessoas.

Devemos mostrar a todos os grupos que compõem a sociedade, que todas as questões tem muito mais que um lado, inclusive a verdade. Minha verdade é baseada em minhas crenças e a fé nessas crenças não me dá o direito de fazer com que eu exija que o outro tenha as mesmas crenças e verdades.

É necessário que se trabalhe a aceitação do diferente com os pais, professores, líderes religiosos, empresários, com os que tem sob sua responsabilidade a orientação dos seus subordinados, para que eles tenham condições de orientar e conduzir a sociedade para esta nova era em que o diálogo e a flexibilidade aproximem os diferentes. Afinal é na família e na escola que se aprende a respeitar os outros, iguais ou diferentes. Mas não devemos nos esquecer, que se queremos ser respeitados devemos agir com respeito conosco mesmo e com o outro.

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