Modificado em: 12 junho 2013

Pílula Azul – Azulzinho

Há exatamente doze anos, a famosa pílula azul era lançada no mercado farmacêutico americano, trazendo esperança para homens de todas as idades que sofrem com uma série de disfunções sexuais.

Antes deste tipo de medicação, os homens viam a falta de ereção como o fim da vida sexual e, em sua maioria, sofriam em silêncio.

Mais do que melhorar a saúde sexual masculina, esses comprimidos trouxeram liberdade para o homem, que agora consegue discutir sobre a impotência com o médico ou a parceira com mais facilidade.

No dia 27 de março de 1998, o Food and Drug Administration (FDA) aprovou os comprimidos de citrato de sildenafil como tratamento da disfunção erétil, problema que afeta mais da metade dos homens com idades entre 40 e 60 anos.

De acordo com a Pfizer, fabricante do Viagra, cerca de 35 milhões de homens em todo mundo já foram tratados com o medicamento, e o equivalente a 200 milhões de prescrições médicas foram distribuídas.

Isso sem contar os novos e mais modernos remédios para a impotência, entre eles o Cialis , o mais vendido no Brasil, de acordo com dados da SBU e o Levitra, considerado pelos médicos o com menos efeitos colaterais.

Antes de aparecer o Viagra, existia uma percepção equivocada da disfunção erétil. Achava-se que ela estava ligada, em grande parte, apenas a fatores psicológicos.

Antes da pílula azul, as soluções para a falta de ereção se limitavam a injeções no pênis, implantes e bombas penianas e supositórios.

Remédio não é indicado para todos

Porém, os medicamentos para impotência estão longe de serem uma pílula milagrosa. Quem toma remédios à base de nitritos ou nitratos, geralmente indicados para problemas cardíacos, ou tem disfunções eréteis de fundo hormonal não se beneficiam com este tipo de medicação.

Quando o homem tem excesso de peso (em especial na região abdominal) ou sofre de diabetes, os resultados também podem ser limitados.

Isso porque a gordura costuma inflamar as artérias, dificultando a circulação sangüínea, e também altera o equilíbrio dos hormônios sexuais.

Jovens podem ter dependência psicológica

Outro problema que preocupa os especialistas é o abuso destes remédios pelos jovens, principalmente os adolescentes e os homens na faixa dos 20 anos.

Muitos começam a tomar o remédio para ‘dar um gás’ na relação sexual ou para se sentirem mais seguros com uma nova parceira.

O problema é que, além de sofrerem com efeitos colaterais, os jovens, justamente por serem mais inseguros, costumam criar uma dependência psicológica na medicação e depois passam a não conseguir mais transar sem tomar um comprimido.

O especialista acredita que a euforia em torno deste tipo de medicação já diminuiu bastante, mas está longe de acabar.

Ela definitivamente mudou o comportamento masculino, principalmente dos homens mais velhos, mas só deve ser tomada com orientação médica.

Para homens saudáveis, manter o peso, praticar exercícios, ter uma alimentação saudável e manter um diálogo sobre sexo com a parceira são o suficiente para ter uma vida sexual saudável.


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