Atualizado em: 17 outubro 2013

Gaivotas Fiéis - Torcida Gay do Corinthians

Presidente da Gaivotas Fiéis, o apresentador, que já legalizou a parte jurídica da torcida, espera contar com 500 mil adesões
Você Sabia?
Que a parada gay surgiu como uma maneira de lutar pelos direitos da população GLBT.
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A primeira torcida organizada gay do Brasil nasceu em 1977.

Uma notícia esta semana acabou sacudindo o futebol paulista e causando bastante polêmica especialmente entre os torcedores do Corinthians. O apresentador e artista que ficou conhecido nacionalmente como o dublador Pablo, do programa Qual é a Música (SBT), Felipeh Campos, anunciou a criação daquela que seria a primeira torcida gay do time paulista: Gaivotas Fiéis.

Logo que esta notícia se espalhou pela internet não faltaram manifestações contra e a favor. Além disso, também não faltou a conhecida flauta, tão tradicional entre os torcedores de futebol no Brasil. Mesmo assim, Felipeh acredita que esta é uma excelente oportunidade de fazer com que os gays que gostam de futebol e que curtem ir ao estádio consigam se sentir mais a vontade, apoiando o seu time.

Palavras de Felipeh

Felipeh se revelou um grande apaixonado pelo esporte. Em uma entrevista concedida recentemente ele declarou o seguinte: “Sou completamente aficionado por futebol, entendo muito, acompanho campeonatos, vou a estádio e, principalmente, leio muito sobre negócios que envolvem o esporte”.

Informação

Em termos de apoio oficial da torcida, as informações são um pouco desencontradas. Felipeh garante que já apresentou a ideia para os cartolas e que eles deram todo o apoio, mas ainda de forma extraoficial. Por outro lado, fontes muito próximas aos comandantes do time paulista afirmam que não é do interesse deles ter uma torcida organizada gay dentro do estádio.

E o motivo é bastante simples: esta não é a primeira vez que a ideia é colocada em prática no futebol. Pelo menos outras duas experiências foram registradas: uma no Rio de Janeiro, com o Flamengo, e outra e Porto Aalegre, com o Grêmio. Em ambos os casos eram tão grandes as ameaças que estes torcedores sofriam, inclusive de morte, que eles acabaram deixando de ira aos estádios.





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