Atualizado em: 24 outubro 2011

Pesquisa diz que cérebro humano é naturalmente otimista

Frente a uma notícia positiva, o cérebro mostrava mais atividade no lobo frontal. Nos otimistas, as notícias negativas tinham menor atividade. Os mais pessimistas também mostraram maior atividade no lobo frontal, o que conclui que o cérebro ignora pensamentos negativos.

Ser otimista é uma das melhores coisas para quem deseja que tudo dê certo e para atrair coisas boas. Definitivamente, você é o que você transmite e uma pessoa otimista só tende a transmitir e ganhar pensamentos positivos e essenciais para uma vida feliz.

Cérebro ignora pensamentos negativos

Segundo estudo da University College London (UCL) chegou a conclusão através de diversas pesquisas, que o cérebro humano é naturalmente otimista, ignorando pensamentos negativos. (Foto: Shutterstock)

Um estudo realizado pela University College London (UCL) chegou a conclusão através de diversas pesquisas, que o cérebro humano é naturalmente otimista, ignorando pensamentos negativos. Muitas pessoas foram entrevistadas e cerca de 80% dos entrevistados foram avaliados como pessoas otimistas, mesmo que não se entitulassem como uma.

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Mantendo a Positividade

Como já citado acima, algumas pessoas foram entrevistadas, cerca de 14 pessoas no total. Além dessas entrevistas realizadas, os indivíduos também foram classificados através de scanner cerebral. Frente a diversos acontecimentos, uma série de 80 diferentes fatos ruins foram apresentados a eles, como divórcio e câncer, para que fosse visto qual a probabilidade daquilo acontecer em sua vida.

[share]Após todas as respostas coletadas, pesquisadores revelaram a todos os entrevistados qual a real probabilidade de ocorrer cada um daqueles eventos. No final de cada sessão, os entrevistados podiam ainda assim mudar de opinião. No final, os entrevistadores revelaram por exemplo, que o risco de câncer é de 30%. Dentre todos que antes pensavam em ter 40% de chance de ter a doença, rebaixaram a estatística para 31% após a revelação, mas o entrevistado que originalmente pensava em correr um risco de 10% ignorou os dados reais e manteve a porcentagem inicial.

Com relação a atividade cerebral, quando os entrevistados recebiam uma notícia positiva, o cérebro mostrava mais atividade no lobo frontal. Já todas as informações negativas tinham menor atividade em todos os entrevistados otimistas, enquanto os mais pessimistas mostraram maior atividade no lobo frontal, ou seja, o cérebro escolhe qual evidência prefere escutar.

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