Atualizado em: 30 março 2010

Marinha do Brasil no Rio de Janeiro

Em 1736 foi criada no Brasil a Secretaria D´Estados dos negócios da Marinha, e que no ano de 1808 foi reorganizada, graças a vinda de do rei D. João VI de Portugal.

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De lá pra cá, muito a Marinha brasileira tem batalhado para defender o território de nosso país.

Entre os arsenais e as bases existentes da Marinha brasileira, encontra-se o Arsenal da Marinha do Rio de Janeiro, que hoje é o principal centro de manutenção da Marinha do Brasil.

Localizada hoje na Ilha das Cobras e fundada por D. Antônio Alvarez da Cunha no Morro São Bento, teve a primeira embarcação construída em 1767, a Nau D. Sebastião. Com a chegada da família real portuguesa, o Rio de Janeiro teve um imenso progresso. O Arsenal, então teve sua capacidade ampliada para poder apoiar a Esquadra. Apesar disso, o arsenal não era bem administrado e faltavam recursos para a construção de navios.

Porém, com a Independência era necessária a construção de tais navios (em sua maioria de pequeno porte), para que pudesse se manter a unidade nacional.

O governo, então, mandou que fossem estudar engenharia na Europa pessoas que possuíssem capacidade para projetar grandes navios. Foi estudar fora Napoleão João Baptista Level, que junto com outros engenheiros marcou uma nova fase na construção de navios da Marinha brasileira.

Com a Proclamação da República, o governo preferiu exportar navios de fora do país e o Arsenal ficou novamente aos trapos. Em 1930 foi mudado para a Ilha das Cobras e foram contratados para trabalhar ali uma nova geração de engenheiros.

Pelo começo da Segunda Guerra Mundial começou-se a construir grandes navios de guerra. Porém com o seu fim, passou-se a exportar navios americanos.

Em meados de 1960 o governo passou a apostar na construção naval por meio de Navios Hidrográficos, reparo de submarinos e navios de superfície e na construção de lanchas para transportes de passageiros.

Nos anos 80, foram construídos diversos navios, entre eles o “Itaipu”, primeiro navio de guerra brasileiro para exportação e o navio escola “Brasil” que anualmente faz uma expedição de instrução com as turmas da Guarda-Marinha em redor do mundo.

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