Atualizado em: 21 maio 2010

Butantan Cobras – Fotos

O Instituto Butantan tem uma das maiores coleções do mundo são 54 mil espécies de animais que não fazem muito sucesso por aí. São os insetos e répteis que picam quando ameaçados. Quem tem medo deles não precisa se preocupar.

O centro de pesquisa biomédica da Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, o Butantan oferece atendimento aos acidentados por animais peçonhentos e um parque com áreas verdes e dois museus.

O Museu Histório do Butantan é uma reconstituição do primeiro laboratório onde o famoso cientista brasileiro Vital Brasil realizou suas experiências científicas e o Museu do Instituto Butantan, voltado à educação ambiental. Apesar disso, ele é mais conhecido pelos serpentários e viveiros com centenas de cobras, como as najas da África e da Índia, escorpiões e aranhas.

O Museu Histório do Butantan relembra a época em que o Instituto era uma fazenda e o Museu de Microbiologia, onde é possível verificar a vida de seres microscópicos, como moléculas de DNA e vírus. No Museu Biológico, encontram-se espécies das principais serpentes brasileiras

O Instituto Butantan permite ao visitante a oportunidade de manipular duas espécies não venenosas de cobra, a falsa coral e a dormideira, no projeto de educação ambiental.

Mas isso somente no Butantan viu!

Existem no Brasil 60 espécies de cobras venenosas, mas são as jararacas as responsáveis pelo maior número de ataques que são cerca de 85% do total.

As cascavéis, com o característico chocalho na extremidade da cauda, e as surucucus, que atingem o comprimento máximo de 4,5 metros, causam pouco mais de 10% dos acidentes.

As corais, apesar da fama de perigosas, precisam ser muito provocadas ou pisoteadas para dar o bote. Elas respondem por menos de 1% das ocorrências e são facilmente confundidas com as falsas corais, suas primas inofensivas.

O veneno de todas essas serpentes pode matar uma pessoa em pouco tempo. A reação à picada vai depender de variáveis como a parte do corpo que foi atingida, quantidade de veneno injetada, peso da vítima e o tipo de cobra.

Por isso, especialistas do Butantan recomendam às vítimas que recebam o soro o mais rápido possível, de preferência nas primeiras três horas após o ataque.

Por isso se tratando de cobras sempre muito cuidado!


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