Ditados Populares e seus significados

No dia-a-dia costumamos usar expressões populares em certas ocasiões, como “Casa da mãe Joana” e “Quem não tem cão caça com o gato”, mas algumas não sabemos o real significado.

Por isso reunimos alguns ditados populares e seus significados:

O pior cego é o que não quer ver

Criou-se esse ditado popular por meio da história de Angel, um aldeão que era cego e que recebeu o primeiro transplante de córnea, passando assim a enxergar. Angel ficou perplexo com o mundo que viu, imaginava que fosse um mundo muito melhor e pediu para que o cirurgião arrancasse seus olhos. O caso parou no tribunal e Angel ganhou a causa. Esse ditado significa negar-se a ver a verdade.

Quem não tem cão caça com gato

Esse ditado popular na verdade foi alterado com o passar do anos. O certo seria “Quem não tem cão caça como gato”, ou seja, caçar astutamente,traiçoeiramente como os gatos. Significa que se você não consegue fazer algo de uma maneira, faça de outra.

Casa de mãe Joana

Existia na Itália diversos bordéis e Joana, rainha de Nápoles liberou-os. O lugar ficou conhecido então como, Paço de Mãe Joana. Ao chegar ao Brasil a expressão mudou para “Casa da Mãe Joana”, que significa um lugar aonde vale tudo, que todos podem entrar.

Onde judas perdeu as botas

Quando Judas ao trair Jesus se matou, levava com ele uma boa quantia em dinheiro. Ao ser encontrado morto, Judas estava sem as botas. Então, os soldados partiram em busca das botas de Judas, aonde provavelmente estaria o dinheiro. Então, “onde o Judas perdeu as botas” significa um lugar longe, distante.

Cor de burro quando foge
A frase quando falada soou de outra maneira, pois a original era “Corra do burro quando ele foge”.

Afogar o ganso
No passado, os chineses costumavam satisfazer as suas necessidades sexuais com gansos. Pouco antes de ejacularem, os homens afundavam a cabeça da ave na água, para poderem sentir os espasmos anais do ganso. Essa expressão é usada para se referir ao homem quando quer fazer sexo.

Comer com os olhos
Na Roma Antiga, uma cerimônia religiosa consistia num banquete oferecido aos deuses em que ninguém tocava na comida. Apenas olhavam, “comendo com os olhos”. Essa expressão significa apenas olhar, sem tocar.