Atualizado em: 6 dezembro 2010


Revolução Francesa – Resumo

Você está procurando algo sobre a Revolução Francesa e precisa de um resumo rápido e que tenha todas as informações compactas?

Vamos deixar aqui para vocês e esperamos que vocês gostem.

Se existe um fato importante na história mundial, esse é a Revolução Francesa, que aconteceu em 1789 e foi responsável por grandes mudanças na política.

O absolutismo perdeu a sua força e a burguesia prevaleceu no poder.

O período é marcado pelo iluminismo, o mundo estava sendo influenciado por novas idéias.

Os burgueses detinham poder econômico e também queriam participar das decisões em seu país.

A França não estava numa situação muito agradável e isso motivou os ideais da Revolução, que consistiam nos dizeres: Liberdade, Igualdade e Fraternidade.

A Revolução Francesa durou até 1799 e é considerada uma das maiores da humanidade. Com a queda da monarquia, a democracia começou a ser divulgada pelo mundo.

Um dos grandes nomes é o de Napoleão Bonaparte.

Revolução Francesa foi o conjunto de eventos que, de 1789 a 1799, alterou o quadro político e social da França, até então dominada pelo Antigo Regime.

É considerado um marco na história, iniciando o que chamamos de Idade Contemporânea.

Uma revolução não ocorre do nada. Dentre as principais causas da Revolução Francesa, podemos destacar:

  • Custo da monarquia, o rei Luís XVI e a sua corte gastavam enormes quantias para sustentar seus privilégios.
  • Idéias iluministas: os ideais de liberdade, igualdade e fraternidade influenciaram os rumos da revolução, desde o início.
  • Gastos com guerras: a França participou da Guerra da Independência dos Estados Unidos (Treze Colônias) e perdeu a Guerra dos Sete Anos, contra a Inglaterra.
  • Crise econômica: os gastos da monarquia, as guerras, assim como a escassez na agricultura, aumentaram a miséria, a fome e o descontentamento dos franceses.

A divisão da sociedade francesa também pode ser considerada causa da revolução, pois não havia mobilidade social.

A sociedade era dividida em três estados:

  • Clero (0,5%)
  • Nobreza (1,5%)
  • Povo (incluindo a burguesia, somavam 80%)

Os privilégios se concentravam nas mãos do clero e da nobreza, que oprimiam o terceiro estado.

Além disso, apenas o terceiro estado pagava impostos. Porém, este dinheiro não estava sendo suficiente para sustentar o custo do estado francês.

Para tentar resolver os problemas econômicos da França, o rei Luís XVI convocou a Assembléia dos Estados Gerais.

Esta assembléia reunia membros dos três estados. Naquele momento, o objetivo era fazer a nobreza e o clero também pagar impostos.

Seria feita, então, uma votação, que poderia ocorrer de duas maneiras: por estado ou por cabeça.

A votação por estado, ou seja, um voto por estado agradava a nobreza, pois, obtendo apoio do clero, sempre vencia o povo nas decisões. Eram dois votos contra um.

Já a votação por cabeça, considerando a decisão individual na assembléia, agradava ao povo. Isto porque, sendo maioria, garantiria a vitória dos seus interesses.

Sem conseguir conciliar o interesse dos três estados e sem tomar decisão alguma Luís XVI mandou fechar a Assembléia.

Descontentes, o terceiro estado liderado pela burguesia exigiu a criação de uma constituição para a França.

O povo saiu às ruas.

A manifestação do povo chegou à Bastilha, prisão política da monarquia francesa. Considera-se que o povo invadiu esta prisão com objetivo de se apoderar da pólvora lá existente.

Assim, a Queda da Bastilha se tornou o símbolo do início da Revolução Francesa.

A partir daí, a Revolução Francesa se subdivide em algumas fases principais: Assembléia Nacional Constituinte, Convenção e Diretório.

Com a França imersa no caos, e sob a ameaça de ataques internos e externos, a alta burguesia articulou entregar o poder a alguém influente e poderoso.

Esse alguém foi Napoleão Bonaparte, que, a partir de 1799, começou a governar a França.


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